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Município de Famalicão: Notícias e Informações Úteis http://www.famalicao.com Últimas 10 notícias 15 asdad asdasd dasdad http://www.famalicao.com/_boletim_municipal_canta_os_parabens_a_casa_das_artes </p><img src="http://www.famalicao.com/op/image/?co=105767&h=54450" width="303px" height="202px" border="0"/></p> O 15.º aniversário da Casa das Artes é o grande destaque de uma nova edição do Boletim Municipal de Vila Nova de Famalicão que a Câmara Municipal começa a distribuir nos próximos dias. Quinze anos depois da sua entrada em funcionamento, a Casa das Artes continua com o fôlego das grandes casas de espetáculos do século XXI e mantém-se como um dos principais polos irradiadores de cultura e de formação de novos públicos do país.

A edição de setembro do Boletim Municipal, que é um dos meios de comunicação utilizados pela autarquia para manter os famalicenses informados sobre as várias dinâmicas que acontecem diariamente no município, tem por isso justificado foco neste incontornável equipamento cultural do país, traçando um pouco do seu historial, das suas valências e das suas apostas futuras.

O tema serve como ponto de partida para a explanação de vários conteúdos de natureza cultural que estão a ser desenvolvidos em Vila Nova de Famalicão, com o Presidente da Câmara Municipal a reafirmar a área como “uma aposta estratégica do município”. “A Casa das Artes é apenas um dos polos difusores da cultura em Vila Nova de Famalicão. A dinamização da Rede Museológica Municipal, composta por 13 museus, e a salvaguarda e valorização do património material e imaterial do concelho, são outras faces da mesma ambição de fazer de Vila Nova de Famalicão um concelho moderno, esclarecido e aberto ao mundo. A formação cultural é a chave para lá chegar”, refere Paulo Cunha no editorial que abre a publicação.

Mas há espaço na publicação para conteúdos informativos de outras dimensões do dia-a-dia famalicense. “Este boletim de tudo um pouco nos diz, refletindo a dinâmica municipal dos últimos meses. Editamos esta publicação com muito carinho, não com o intuito de dizer o que fazemos, porque isso os famalicenses descobrem-no naturalmente, mas antes como mais um contributo para reforçarmos junto dos famalicenses o orgulho que sentem por fazerem parte deste grande projeto coletivo chamado Vila Nova de Famalicão e para que, cada vez mais, desfrutem e se envolvam com a sua comunidade.

O Boletim Municipal tem uma tiragem de 30 mil exemplares e é distribuído gratuitamente, de forma não endereçada, no território concelhio. Quem não o receber em casa, pode facilmente levantar um exemplar nos diversos organismos municipais dispersos pelas freguesias do concelho e inclusivamente nas próprias Juntas de Freguesia.

Outra opção de leitura é através do formato digital, disponível para consulta e download a partir de hoje no portal do município.
]]> http://www.famalicao.com/_artesaos_com_maos_de_ouro </p><img src="http://www.famalicao.com/op/image/?co=105554&h=b2fa2" width="304px" height="202px" border="0"/></p> É já nesta sexta-feira, dia 2 de setembro, que abrem as portas de uma das mais persistentes feiras de artesanato do país. Em Vila Nova de Famalicão, há mais de 30 anos consecutivos que o final das férias e o regresso ao trabalho é amenizado pela realização da Feira de Artesanato e Gastronomia que oferece aos visitantes motivos fortes para manterem o espírito de passeio e de desfrute gastronómico tão característico das férias.

Do Norte ao Sul do país, a Feira de Artesanato e Gastronomia de Vila Nova de Famalicão percorre as tradições e os sabores mais genuínos de cada região, proporcionando aos seus visitantes uma autêntica viagem pelo território nacional.

As mãos são mesmo a principal matéria-prima do certame. São as mãos que moldam, que tecem, que cozinham, que desenham, que entrelaçam… São elas que materializam nos objetos saberes ancestrais, transmitidos e apurados ao longo de sucessivas gerações. Por isso, o trabalho ao vivo é uma das imagens de marca do certame que traz até ao dia 11 de setembro a Vila Nova de Famalicão mais de uma centena de artesãos, que vão elaborando as suas peças nas mais diversas artes, da cestaria à tamancaria, serralharia, barro, tecelagem, ourivesaria, marcenaria, entre muitas outras.

E são também as mãos as grandes responsáveis pelo requinte e apuro da confeção da gastronomia que será servida nos seis restaurantes típicos regionais e nas tasquinhas que vão afagar o estômago e a alma dos visitantes.

Para o presidente da Câmara Municipal, Paulo Cunha, “a Feira de Artesanato e Gastronomia de Famalicão é um dos grandes cartazes turísticos da região, registando um prestígio e uma notoriedade a nível nacional de relevo”. E acrescenta: “Os últimos anos têm sido particularmente importantes para a força da feira, com os números de visitantes a bater recordes, mas também com uma enorme procura por parte de artesãos e restaurantes que querem fazer parte desta iniciativa”.

A animação popular variada e permanente tem contribuído também para a reputação do evento, que atrai público vindo de todo o país e da Galiza. Os grupos folclóricos, cantares ao desafio e muita música tradicional portuguesa são presença obrigatória. Este ano, destaque para os concertos de Zé Amaro e o quinteto Daniel Pereira Cristo, por entre mais de duas dezenas de espetáculos musicais, muitos deles proporcionados por artistas e grupos famalicenses. Porque a Feira de Artesanato e Gastronomia de Vila Nova de Famalicão também é isso: um grande palco para os artistas e grupos da terra darem a conhecer o seu trabalho ao público.

“São dez dias de grande animação para recordar tradições populares e descobrir novas artes e sabores ancestrais”, refere Paulo Cunha, convidando as pessoas a várias passagens pelo recinto da feira, até porque, a entrada é livre.

Programa completo aqui.

]]> http://www.famalicao.com/_nova_central_termica_a_biomassa_vai_potenciar_limpeza_da_floresta_a_volta_de_famalicao </p><img src="http://www.famalicao.com/op/image/?co=105748&h=8f354" width="269px" height="202px" border="0"/></p> O risco de incêndios florestais à volta do concelho de Vila Nova de Famalicão deverá reduzir acentuadamente a partir do próximo ano. A entrada em funcionamento, no início de 2017, de uma nova central térmica a biomassa florestal, que está a ser construída na freguesia de Fradelos, vai consumir 18 toneladas por hora de biomassa florestal que é constituída pela fração biodegradável dos produtos gerados na floresta e pela matéria orgânica residual gerada nos processos das indústrias de transformação da madeira.

São 432 toneladas diárias de resíduos florestais que vão servir para produzir 14,75 megawatts de energia por hora que será debitada para a rede pública. O projeto, que implica um investimento de 30 milhões de euros e que vai criar 28 postos de trabalho diretos, é do empresário Avelino Reis que garante disponibilidade para recolher a biomassa das florestas num raio de 50 quilómetros à volta de Vila Nova de Famalicão.

As obras de construção da nova central térmica foram ontem, 25 de agosto, visitadas pelo Secretário de Estado da Energia, Jorge Seguro Sanches, e pelo Presidente da Câmara Municipal de Vila Nova de Famalicão, Paulo Cunha.

Enquanto decorrem as obras de construção da central, a empresa já iniciou o processo de recolha de biomassa tendo já nas suas instalações perto de 40 mil toneladas de resíduos florestais à espera de serem transformados em energia.

Além das quase três dezenas de postos de trabalho diretos que a central térmica irá gerar, é expectável que sejam criados "muitos postos de trabalho de forma indireta", garante Avelino Reis. As obras para construção de novas instalações que acolherão as caldeiras e geradores estão a decorrer conforme planeado e deverão terminar no final do ano, altura em que a nova central térmica a biomassa florestal entrará num período de 60 dias de testes. "Imaginamos que esteja a pleno valor, a 100%, em fevereiro do próximo ano", indica Avelino Reis, ligado há 34 anos a investimentos na área florestal e madeiras.

“Trata-se de um projeto importante para o país na área das energias renováveis”, refere Paulo Cunha destacando "para além do importante impacto económico e social na região, o aproveitamento dos resíduos florestais que vai permitir e que contribuirá para uma maior limpeza das matas e para a redução do risco de incêndios florestais".
]]> http://www.famalicao.com/_famalicao_lanca_premio_de_arquitetura_januario_godinho </p><img src="http://www.famalicao.com/op/image/?co=105738&h=bc85b" width="303px" height="202px" border="0"/></p> A Câmara Municipal de Vila Nova de Famalicão vai avançar com a criação do Prémio de Arquitetura Januário Godinho, com o objetivo de galardoar a melhor reabilitação de edifício no concelho. A proposta para a instituição do prémio, cuja primeira edição se realiza em 2017, foi aprovada recentemente, por unanimidade, em reunião do executivo municipal.

De periodicidade bianual, o Prémio Januário Godinho terá um valor pecuniário de 7 mil euros, cabendo 2 mil euros ao promotor da obra e 5 mil à equipa projetista.

Promover a salvaguarda e valorização do património edificado, bem como valorizar e promover a divulgação do trabalho desenvolvido por projetistas e construtores são os principais objetivos deste prémio, aberto a todas as entidades privadas que tenham promovido obras de reabilitação em qualquer edifício localizado nas áreas de reabilitação urbana do concelho ou, no caso das restantes áreas do território famalicense, em edifícios com idade igual ou superior a 30 anos.

Para o Presidente da Câmara Municipal, Paulo Cunha, esta é mais uma forma de promover a reabilitação urbana no concelho. “É fundamental inverter a realidade atual e consciencializar os famalicenses da importância da salvaguarda do património edificado no nosso território, tanto ao nível do seu valor arquitetónico, como do seu valor construtivo ou histórico”, refere o autarca, que lembra ainda que com a instituição deste prémio, a Câmara Municipal está a ir ao encontro do seu Plano de Ação para a Regeneração Urbana e de um dos vetores estratégicos do seu Plano Diretor Municipal, relacionado com a salvaguarda e valorização do património edificado.

De referir que apenas serão admitidas a concurso as obras concluídas nos dois anos anteriores ao ano de cada edição do prémio, cujo júri será constituído, entre outros, por um representante da Ordem dos Engenheiros Região Norte, da Direção Regional de Cultural do Norte e da Associação Portuguesa para a Reabilitação Urbana e Proteção do Património. A abertura das candidaturas está prevista para o início de 2017, sendo que o prazo de entrega das propostas para concurso termina a 11 de junho.

A escolha do nome do prémio homenageia uma figura incontornável da arquitetura moderna portuguesa, que deixou uma enorme marca no concelho de Vila Nova de Famalicão.

“A vasta obra que Januário Godinho deixou no nosso território e a sua sensibilidade à relevância do património constituem ensinamentos que merecem ser difundidos e homenageados através deste prémio”, disse a propósito Paulo Cunha.

Da obra deixada no concelho por Januário Godinho destaca-se o edifício dos Paços do Concelho e o antigo Tribunal; na freguesia de Antas o edifício para o Banco Português do Atlântico (1953); na freguesia de Brufe a casa Afonso Barbosa (1940-42); na freguesia do Louro várias construções na Quinta de Seara, propriedade do banqueiro Artur Cupertino de Miranda, o mercado, a igreja, a Casa do Povo, o centro paroquial e o cemitério. Na freguesia de Requião, cujo promotor foi o industrial Manuel Gonçalves, destaca-se o projeto da Casa Manuel Gonçalves, a Quinta de Compostela e a Têxteis Manuel Gonçalves.

O Prémio de Arquitetura Januário Godinho será publicamente apresentado no dia 21 de outubro, no colóquio sobre arquitetura moderna intitulado “Famalicão, Marcas de Modernidade”, promovido pela autarquia em parceria com o Centro de Estudos Arnaldo Araújo.

Regulamento brevemente disponível. 

]]> http://www.famalicao.com/_sons_da_celtiberia_trazem_o_universo_celta_de_volta_a_famalicao </p><img src="http://www.famalicao.com/op/image/?co=105701&h=dc5dc" width="312px" height="202px" border="0"/></p> Os “Sons da Celtibéria” vão invadir este sábado, dia 27 de agosto, a praia fluvial de Arnoso Santa Eulália, em Vila Nova de Famalicão. A iniciativa, organizada pela Câmara Municipal e que vai já na sua quarta edição, volta a trazer os ritmos da música Celta para a agenda cultural do concelho famalicense.

Com entrada livre, a iniciativa vai contar, entre outros momentos, com um workshop de gaita de foles e com a atuação do grupo “Galandum Galundaina”, de Miranda do Douro.

Entre as 14h00 e as 24h00 haverá ainda lugar para uma mostra de produtos da terra, com o melhor do artesanato e da gastronomia local.

Recorde-se que os “Sons da Celtibéria” nasceram em 2013 com o objetivo de promover a fruição e um novo olhar sobre a música tradicional do país e da região então denominada Celtibéria. O ritmo, a linguagem popular, o uso de instrumentos, como o violino, a harpa, a gaita de foles, os tambores em pele e as flautas, são elementos indissociáveis deste conceito musical que a autarquia famalicense pretende preservar e promover através desta atividade.

PROGRAMA

14h00-24h00
Mostra de Produtos da Terra (Artesanato e Gastronomia no recinto)
14h00
Arruada com o Grupo Zés P’reiras da Associação Musical e Recreativa “Os Delaenses”
17h00
Workshop de Gaitas de Foles
Promotor: Associação Musical e Recreativa “Os Delaenses”
21h30
Espetáculo Musical:
Grupo de Cavaquinhos do Liberdade Futebol Clube (V.N. Famalicão)
Galandum Galundaina (Miranda do Douro)]]> http://www.famalicao.com/_comunidade_civil_e_religiosa_unese_para_celebrar_os_100_anos_do_monsenhor_joaquim_fernandes </p><img src="http://www.famalicao.com/op/image/?co=105708&h=6477a" width="303px" height="202px" border="0"/></p> Faz 100 anos no próximo dia 6 de setembro e a terra onde nasceu e onde exerceu e exerce a sua atividade sacerdotal vai prestar-lhe uma justa homenagem pela marca cívica, religiosa, social e cultural que imprimiu ao longo destes anos no concelho. O Monsenhor Joaquim Fernandes é uma personalidade incontornável de Vila Nova de Famalicão e o seu centésimo aniversário será publicamente assinalado com um programa evocativo preparado pela Câmara Municipal, Diocese de Braga e a Associação Amigos de Famalicão, envolvendo o arciprestado famalicense, a paróquia e a junta de freguesia de Mouquim.

O Monsenhor Joaquim Fernandes foi o sacerdote que mais tempo esteve no arciprestado de Vila Nova de Famalicão e da paróquia de Santo Adrião. Em mais de meio século à frente da Igreja famalicense cultivou um envolvimento intenso com a comunidade e aos 100 anos ainda participa diariamente e ativamente na vida social, cívica e pastoral de Vila Nova de Famalicão.

Como refere o Presidente da Câmara Municipal, Paulo Cunha, “Vila Nova de Famalicão e os famalicenses estão gratos ao Monsenhor Cónego Joaquim Fernandes” e é isso mesmo que a comunidade e as instituições que serviu lhe vão transmitir pessoalmente numa sessão solene que decorrerá no dia do seu aniversário, 6 de setembro, às 17h00, no Salão Nobre do Município. Depois da receção nos Paços do Concelho, o programa evocativo segue para Mouquim, terra natal do Monsenhor, onde, pelas 19h00, será celebrada uma eucaristia presidida pelo Arcebispo Primaz de Braga, Dom Jorge Ortiga. No final será partilhado com toda a comunidade um bolo de aniversário.

Para marcar a data de forma perene, a Câmara Municipal vai editar uma publicação com um esboço biográfico do Monsenhor escrita pelo investigador Artur Sá da Costa, que dá a conhecer o percurso de um homem que “celebrizou-se pela devoção à terra onde nasceu, e entrou nos anais da sua história pela relação próxima e profunda de vida e trabalho que com ela estabeleceu”.

“Se a vida de Monsenhor Joaquim Fernandes não cabe num século, a obra que concretizou e o exemplo de dignidade, trabalho e dedicação ao outro, que lega às gerações futuras, perdurarão, por tempos imemoriais, inscritos a letras de ouro, nos corações de todos os famalicenses, e na memória coletiva de V.N. de Famalicão: a terra que lhe calhou em sorte nascer e a que adoptou para viver e transformar”, refere Artur Sá da Costa.

Da publicação, que será publicamente apresentada no dia do aniversário do Monsenhor, faz ainda parte um conjunto de testemunhos sobre a marca que o Pe. Joaquim Fernandes imprimiu em diversas instituições famalicenses. É o caso da Câmara Municipal, Diocese de Braga, Paróquia de Santo Adrião e de Mouquim, Arciprestado de Famalicão, Fundação Cupertino de Miranda, CEVE – Cooperativa Elétrica do Vale D’Este, Creche Mãe e Santa Casa da Misericórdia.

“O legado material que nos deixou, como a Creche-Mãe, o Centro Pastoral e a nova Igreja Matriz reflete o contributo mais visível da sua entrega e determinação à comunidade. Mas é sobretudo a dimensão imaterial do seu exemplo, de abnegação e de entrega, que fixa na nossa comunidade uma herança perene que espero que sirva de farol para muitas gerações de famalicenses”, refere a propósito do aniversário Paulo Cunha que tem “a felicidade de ter o Monsenhor como amigo”.
]]> http://www.famalicao.com/_gondifelos_cumpre_a_tradicao_da_feira_das_cebolas </p><img src="http://www.famalicao.com/op/image/?co=105683&h=db340" width="304px" height="202px" border="0"/></p> Em Vila Nova de Famalicão, o último fim-de-semana do mês de agosto é sinónimo de tradição, com a realização da secular Feira das Cebolas. A iniciativa, que é já um marco na história de Gondifelos, decorre este domingo, 28 de agosto, no parque de campismo da freguesia.

A feira, que em tempos foi o ponto de encontro dos agricultores e produtores de cebolas do concelho para comercializar o produto e estabelecer os preços a praticar nesse ano, mantém a tradição bem firme e conta ainda hoje com a presença de perto de duas dezenas de produtores, muitos deles oriundos de concelhos vizinhos, como é o caso de Barcelos, Vila do Conde e Póvoa de Varzim.

De resto, refira-se que associada à Feira das Cebolas está também a organização da 35.ª edição do Festival de Folclore e da mostra associativa de Gondifelos, que promete dar a conhecer o trabalho e atividade do tecido associativo da freguesia, já a partir deste sábado, dia 27.

Do programa de animação do certame, organizado pela Junta de Freguesia em parceria com a Câmara Municipal, destaque para a realização, no sábado, de um concurso de talentos e jogos tradicionais e ainda para a atuação de grupos musicais e dj’s. No domingo, destaque para a realização de uma prova de atletismo e de uma oficina de cebolas destinada aos mais novos.


PROGRAMA

Sábado | 27 de agosto
14h30 Abertura da Mostra Associativa
15h00 Jogos Tradicionais (CNE)
15h30 BTTascas
16h00 Gincana de Tratores
21h00 Talentos da Terra
23h00 Atuação do Grupo Musical “L & M Trio”
01h00 “ Cebolinhas ai ai “ (Noite com Dj´s)

Domingo | 28 de agosto
08h00 Abertura da Feira Anual das Cebolas
09h30 Prova de Atletismo
11h00 Oficina de Cebolas ensinar aos mais novos como se encavam as cebolas
14h30 Desfile com cabos de cebolas e ranchos folclóricos
15h00 35º Festival de Folclore:
Rancho Folclórico A.C. Gondifelos
Rancho dos Camponeses da Carregueira
Rancho Folclórico Maria da Fonte
Rancho Folclórico de A Ver-o-Mar
Rancho Folclórico da Casa do Povo Lomar ]]> http://www.famalicao.com/_em_famalicao_o_desporto_praticase_de_forma_saudavel </p><img src="http://www.famalicao.com/op/image/?co=105652&h=928ba" width="303px" height="202px" border="0"/></p> Porque o exercício físico é um dos melhores amigos da saúde quando praticado de forma cuidada e orientada, a Câmara Municipal de Vila Nova de Famalicão quer que os famalicenses avaliem a sua condição física para que tenham uma prática desportiva saudável.

Para isso a autarquia lançou o programa “Famalicão em Forma”, promovido em parceria com a Nova Saúde (CESPU) e que esta quarta-feira, 17 de agosto, esteve na ordem do dia da reunião do executivo municipal.

O projeto, destinado a todos os famalicenses que de uma forma informal praticam exercício físico, deverá arrancar ainda este ano e nesta sua fase inicial deverá contar com um posto de diagnóstico localizado no Parque da Devesa.

Aqui, os famalicenses poderão contar com a orientação diária e gratuita de técnicos de desporto e profissionais de saúde, com quem poderão realizar rastreios médicos e ter o aconselhamento adequado.

O Presidente da Câmara Municipal, Paulo Cunha, acredita que desta forma a autarquia está a apoiar todos aqueles que informalmente já fazem desporto mas, sobretudo, a estimular os famalicenses que não praticam exercício físico por não saberem se estão fisicamente em condições para o fazerem.

“Há cada vez mais pessoas que por sua iniciativa praticam desporto e o que estamos a fazer é a criar condições para que os famalicenses pratiquem exercício de forma saudável e orientada”, explicou o edil que não esconde a ambição de ter um concelho conhecido pela prática desportiva.
]]> http://www.famalicao.com/_sector_textil_e_o_que_reclama_mais_formacao </p><img src="http://www.famalicao.com/op/image/?co=105638&h=eee9f" width="304px" height="202px" border="0"/></p> O têxtil e vestuário é dos sectores industriais com necessidades mais prementes de formação no concelho de Vila Nova de Famalicão. A conclusão consta do Diagnóstico Concelhio de Necessidades de Formação para o biénio 2016-2018 realizado pela Rede Local de Educação e Formação e coordenado pela Câmara Municipal.

Neste diagnóstico concluído recentemente participaram, sob a forma de resposta a inquéritos, cerca de uma centena de empresas representativas de 14 sectores de atividade e que no conjunto empregam perto de quatro mil pessoas.

O têxtil e vestuário, importante força motriz da economia do terceiro concelho mais exportador do país, vive um momento áureo na região e o facto de ser um dos sectores mais necessitados em matéria de formação de quadros técnicos e intermédios confirma o seu potencial de crescimento. O comércio vem logo a seguir como o sector onde é necessária mais formação técnica e transversal.

Como principais necessidades de formação técnica, no têxtil e vestuário, surgem os têxteis técnicos e funcionais e os acabamentos, reunindo 20 e 15%, respetivamente, das respostas das empresas. Já no comércio foi apontada a organização de eventos (33%) e o comércio internacional (25%).

Como principais necessidades de formação transversal as empresas têxteis identificaram os primeiros socorros (71%) e a higiene e segurança no trabalho (6,5%) como sendo as áreas mais prioritárias de formação inicial. A língua estrangeira – inglês (24,7%) e a área comportamental (19%) foram as mais selecionadas ao nível da formação avançada. Também para as empresas do comércio a área comportamental (26,7%) foi a que mereceu maior relevância ao nível da formação inicial e da formação avançada.

Identificadas que foram as principais necessidades de formação nas empresas, as entidades da Rede Local de Educação e Formação estão já a preparar candidaturas às várias tipologias de formação, nomeadamente às Formações Modulares Certificadas. Para além disso, vão concertar uma oferta formativa orientada para as necessidades das empresas, sem descurar a necessidade de se especializarem em determinadas áreas, por forma a evitar a sobreposição da oferta.

Da Rede Local de Educação e Formação de Famalicão fazem parte, para além da Câmara Municipal, as seguintes entidades: ACIF – Associação Comercial e Industrial de Famalicão; ADRAVE – Agência de Desenvolvimento Regional do Vale do Ave; CITEVE – Centro Tecnológico das Indústrias Têxtil e do Vestuário de Portugal; DIDÁXIS – Cooperativa de Ensino; CIOR – Cooperativa de Ensino; FORAVE – Associação para a Educação Profissional do Vale do Ave e a Fundação Minerva – Universidade Lusíada.


Consulte do documento integral AQUI.
]]> http://www.famalicao.com/_oliveira_santa_maria_vai_bulir </p><img src="http://www.famalicao.com/op/image/?co=105619&h=147f3" width="303px" height="202px" border="0"/></p> É no primeiro fim-de-semana de agosto que se realiza, na freguesia de Oliveira Santa Maria, uma feira muito singular com caraterísticas próprias e que atrai muitas centenas de pessoas. Este ano não foi exceção, o “Bulir em Terras de Santa Maria” foi um êxito.

Para o presidente da Câmara Municipal, Paulo Cunha, “o Bulir é uma forma muito especial de reunir as pessoas e de receber os nossos emigrantes que, por estes dias, regressam às suas origens”. E foram muitos os emigrantes que passaram pelo recinto da feira, durante todo o fim-de-semana, fosse para provar as tradicionais iguarias portuguesas, fosse para matar saudades dos objetos artesanais tão familiares.

Com um vasto programa onde esteve ainda inserido um desfile de moda que promoveu o comércio local e muita animação através da música tradicional, da dança e do desporto, a feira é organizada pela Câmara Municipal de Vila Nova de Famalicão em parceria com a Junta de Freguesia.

VENCEDORES DO CONCURSO DE LICORES

Destaque ainda para a quarta edição do Concurso de Licores Tradicionais Famalicenses que decorreu no domingo e contou com a participação de 14 licores a concurso distribuídos pelas categorias: frutos, ervas aromáticas e leite.

Os vencedores na categoria de Frutos foram Maria Deolinda Santos Silva Barbosa com o Licor de maracujá (Prémio Ouro) e a Quinta das Cortinhas com o licor de kiwi (Prémio Prata). Na categoria de Ervas Aromáticas, Maria Deolinda Santos Silva Barbosa, com o Licor de funcho venceu o prémio Ouro e os Velhos Sabores com hidromel, venceram o Prémio Prata. Por fim, na categoria Leite, o grande vencedor foi o Licores F. L. com o Licor de Creme de Limão (Prémio Ouro).

O concurso que tem como objetivo motivar os produtores para continuarem a respeitar as receitas que permitem manter a qualidade, a genuinidade e a diferença dos licores tradicionais, mas também divulgar os genuínos licores tradicionais famalicenses teve como júri Gabriela Albuquerque (enóloga), Nuno Grosso (enólogo) e Humberto Machado (engenheiro agrícola).

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