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Município de Famalicão: Notícias e Informações Úteis http://www.famalicao.com Últimas 10 notícias 15 asdad asdasd dasdad http://www.famalicao.com/_famalicao_preparase_para_viver_o_carnaval_com_muita_folia </p><img src="http://www.famalicao.com/op/image/?co=100872&h=81ea2" width="304px" height="202px" border="0"/></p> A noite de Carnaval de Vila Nova de Famalicão é um acontecimento único no país, procurado por milhares de foliões que querem viver a festa e não ficar apenas a ver a banda a passar. Por isso, em Vila Nova de Famalicão já não se pensa noutra coisa. Os grupos organizam-se, decidem um tema e começam a preparar os disfarces. O ambiente que se vive um pouco por todo o concelho é a prova de que o carnaval entrou em força no estado de alma dos famalicenses e começa agora a passar de geração em geração, disseminando-se por todo o concelho.  A noite atrai cada vez mais participantes, mas o Carnaval celebra-se também durante o dia, envolvendo as várias faixas etárias, das crianças aos seniores, e as várias freguesias.

Até 9 de fevereiro, as iniciativas são inúmeras e diversificadas. Destaca-se o desfile de Carnaval infantil, esta sexta-feira, dia 5 de fevereiro, a partir das 14h30, com cerca de 3500 crianças a percorrerem as ruas da cidade. No dia 8, é a vez de os seniores fazerem a festa na rua, a partir das 14h00.

De resto, os desfiles carnavalescos são a nota dominante do programa. No domingo, dia 7, realiza-se o X Desfile de Carnaval de Avidos, pelas 14h00. Pelas 14h30, decorre o XII Desfile de Carnaval de Ribeirão, que sai de Aldeia Nova e vai até à Junta de Freguesia. À mesma hora realiza-se o XXXII Desfile de carnaval de Arnoso Santa Eulália, desde Fundo de Vila até ao lugar do Mosteiro. Pelas 15h00, a festa arranca em Riba de Ave, com II Circuito de Foliões do Ave, com saída da Igreja até à Didáxis.

Entretanto, na terça-feira, a partir das 14h30, celebra-se o Carnaval em Fradelos, com um desfile a percorrer as ruas desde Largo dos Reis até Valdossos. Pelas 22h00 decorre a Queima dos Galheiros. Pelas 15h00, sai à rua o XVIII Desfile de Carnaval de Landim.

O ambiente da folia começa-se a preparar bem cedo. E os museus e instituições do concelho dão uma ajuda. O Museu da Indústria Têxtil promove no dia 30, a partir das 14h30 um workshop de fabricação de fatos de carnaval, com as vagas são limitadas por ordem de chegada. Entre 2 e 5 de fevereiro, decorre o atelier de construção de máscaras de Carnaval. E no dia 6, pelas 18h00, a iniciativa Nihongo. Também o Museu Nacional Ferroviário aproveita a época para promover os comboios sob a temática carnavalesca, nos dias entre 2 e 5 de fevereiro e também a 6.

Em Riba de Ave, decorre entre 1 e 10 de fevereiro, o II Concurso de Montras de Carnaval, envolvendo o comércio local. No polo da Biblioteca realiza-se entre os dias 1 e 5, a oficina Máscaras com História. No dia 6, pelas 21h30, elege-se no Mercado de Riba de Ave, o Rei e a Rainha do Ave 2016, durante o II Baile de Máscaras.  Estas são as atividades carnavalescas que vão encher Vila Nova de Famalicão de cor, alegria e muita folia.

O ponto alto é, como já se referiu, a noite de 8 para 9 de fevereiro. À festa espontânea e genuína da população, a autarquia dá uma ajuda. A animação começa bem cedo com o centro da cidade a ser percorrido por trupes e figuras que apelam a um imaginário do fantástico e surreal, dando asas à criatividade e contagiando os foliões com a sua animação. Pelas 22h30 começa o espetáculo musical a cargo da BANDA MYLLENIUM. No intervale realiza-se o desfile Concurso de Mascarados, pelas 23h30. Mas a festa acontece nas ruas e dura toda a noite.

CONSULTE AQUI O PROGRAMA COMPLETO


]]> http://www.famalicao.com/_cerca_de_3500_criancas_a_abrir_o_carnaval_de_famalicao </p><img src="http://www.famalicao.com/op/image/?co=101404&h=ca688" width="303px" height="202px" border="0"/></p> Três, dois, um…está dado o arranque para o Carnaval mais divertido do país. Os festejos carnavalescos em Famalicão começaram, como sempre, da melhor maneira, com as princesas, palhaços e polícias de palmo e meio a abrilhantarem o já tradicional desfile infantil.

O momento desta tarde contou com a participação de cerca de 3500 pequenos foliões, que acompanhados pelos educadores, e sob o olhar enternecido dos familiares, desfilaram imaginação e muita criatividade pelas ruas do centro da cidade.

Entre os milhares que saíram à rua para ver o desfile estava o vereador da Educação da autarquia famalicense, Leonel Rocha. O autarca espera que a alegria e entusiasmo dos mais pequenos contagie toda a cidade e elogiou o trabalho das instituições participantes. “Não deixam nunca de nos surpreender e este ano não foi exceção. Fizeram um trabalho magnífico”, disse.

Refira-se que o desfile infantil é organizado pela Câmara Municipal de Famalicão, através da Divisão da Educação, e pretende favorecer o desenvolvimento da criatividade das crianças e animar as ruas da cidade proporcionando momentos de convívio e alegria contribuindo, assim, para o desenvolvimento da socialização. No total participaram quase meia centena de instituições educativas do concelho.


]]> http://www.famalicao.com/_museu_bernardino_machado_conta_tudo_sobre_a_censura_em_portugal_de_1910_a_1974 </p><img src="http://www.famalicao.com/op/image/?co=101247&h=135b0" width="302px" height="202px" border="0"/></p> O Museu Bernardino Machado vai dedicar o ano de 2016 ao tema da censura em Portugal no período entre 1910 e 1974. “Será um ano excecional em termos de debates, conferências e exposições subordinadas à temática da censura e será uma oportunidade única para estudantes e académicos explorarem de forma transversal e abrangente este assunto”, explicou esta terça-feira, o coordenador científico do Museu, Norberto Cunha.

O Museu Bernardino Machado, localizado num palacete do século XIX, no centro da cidade, é um equipamento cultural do município famalicense que se tem afirmado por um trabalho de qualidade, que é reconhecido nos meios académicos e que faz desta casa um centro de investigação histórica de referência nacional.

O tema da censura em Portugal estará presente em múltiplas atividades que decorrem ao longo do ano, contando com a presença e participação de prestigiados investigadores nacionais. Neste âmbito, arranca já neste mês de fevereiro o ciclo de conferências intitulado “A censura na Ditadura Militar e no Estado Novo”, que vai trazer à tona casos bem concretos de censura, relatados na primeira pessoa. São oito conferências que decorrem até outubro.

O primeiro debate realiza-se já no próximo dia 26 e conta com a presença de César Príncipe, um especialista da comunicação com vários livros publicados sobre a censura em Portugal. César Príncipe fala sobre “A Censura e a Liberdade de Imprensa”. Seguem-se os casos de censura no jornal Expresso, (18 de março) e no Jornal de Notícias (29 de abril), com as participações dos jornalistas José Pedro Castanheira e Isabel Forte. A censura sobre o teatro e sobre o cinema também será abordada, com os casos específicos do Teatro Universitário e da película, “A Promessa de António de Macedo”, tendo como convidados, Oliveira Barata (27 de maio), que falará da sua experiência vivida e Ana Bela Morais (17 de junho). O tema da censura à leitura e aos livros será comentada por Henrique Barreto Nunes, ex-diretor da Biblioteca Pública de Braga (15 de Julho). Depois do interregno do mês de agosto, as conferências regressam com mais dois temas “A censura nos manuais escolares”, com Augusto Monteiro (16 de setembro) e “Quando os lobos uivam”, de Aquilino Ribeiro, com Henrique Almeida, em outubro. “Este último tema tem a particularidade de se relacionar com o patrono do Museu, Bernardino Machado, tendo em conta que Aquilino Ribeiro era genro de Bernardino”, afirmou Norberto Cunha.

Terminado o ciclo de conferências o Museu promove em finais de Novembro, a iniciativa “Encontros de Outono”, que estará subordinada à temática “A Censura em Portugal”. Ao longo de dois dias investigadores e historiadores nacionais promovem cerca de uma dezena de conferências, abordando a temática de uma forma única e transversal.

Entretanto, passam pelo Museu duas exposições sobre a censura. A primeira intitula-se “Os livros proibidos pela ditadura”, que está patente até 13 de março, e a segunda “A repressão da imprensa na I República”, mostra-se entre 2 de junho e 17 de julho.

Para o responsável do Museu, Norberto Cunha, “quem participar nestas atividades, ficará com um conhecimento vasto, correto e rigoroso sobre o que foi a censura em Portugal”. Trata-se, portanto, de “um conjunto de atividades que se complementam e que conseguem dar uma visão bastante abrangente sobre este importante período da história nacional”.

O professor catedrático realça ainda “a qualidade e o prestígio dos convidados”. “É realmente uma oportunidade única, assistir a estas palestras relatadas por especialistas, que viveram estas experiências na primeira pessoa”.

Por sua vez, o presidente da Câmara Municipal de Famalicão, Paulo Cunha, salienta a importância do tema da censura. “Pode parecer um tema extemporâneo, tendo em conta que vivemos atualmente num regime democrático, no entanto, é fundamental mostrar às novas gerações e recordar à mais velhas o valor da liberdade de expressão e de pensamento.” Hoje em dia, “banaliza-se a liberdade, de tal forma que não nos apercebemos que constitui, a par dos direitos fundamentais do homem e do cidadão, da soberania popular, do sufrágio universal e da divisão de poderes, um dos pilares fundamentais de uma democracia”, sublinha o autarca.

Paulo Cunha lembra ainda que Bernardino Machado relaciona-se com o tema da censura, por oposição. “Bernardino é recordado como o paladino da liberdade, tendo sido sempre um defensor dos direitos da liberdade de expressão”.

Refira-se que para além da divulgação e valorização da figura de Bernardino Machado, um famalicense por adoção que foi Presidente de Portugal, por duas vezes, durante a I República, o Museu tem vindo a destacar-se na organização de diversos eventos e na produção de documentos que têm sido essenciais para investigadores e historiadores. Hoje, o Museu Bernardino Machado é conhecido no País como um centro de investigação incontornável da história da I República portuguesa.
]]> http://www.famalicao.com/_paulo_cunha_quer_escolas_cada_vez_mais_unidas </p><img src="http://www.famalicao.com/op/image/?co=101256&h=bcc3f" width="303px" height="202px" border="0"/></p> “A qualidade do nosso ensino será tanto maior, quanto maior for a capacidade de articulação entre todas as escolas do nosso concelho”. Foi esta a principal mensagem deixada esta quarta-feira, 3 de fevereiro, pelo Presidente da Câmara Municipal, Paulo Cunha, na visita que fez à Didáxis de Riba de Ave e ao Externato Delfim Ferreira, que ontem entraram no périplo que o edil tem efetuado pelas escolas profissionais e com contrato de associação do concelho.

Durante a visita a estes dois estabelecimentos de ensino famalicenses, Paulo Cunha, que se fez acompanhar pelo vereador da Educação, Leonel Rocha, lembrou que todas as escolas do concelho, sejam elas públicas ou privadas, poderão continuar a contar com uma postura de proximidade por parte da autarquia. “Somos notados pela nossa oferta formativa e é nossa missão criar cada vez mais condições para que assim continue”. Paulo Cunha foi ainda mais longe e defendeu a ideia de que “o dossier da Educação não deve estar dependente do contexto político”, lembrando que o executivo que lidera tem sabido manter o equilíbrio no que toca às políticas educativas.

De resto, refira-se que a tarde de trabalho começou na escola de Riba de Ave da Cooperativa de Ensino Didáxis, que atualmente conta com mais de 1700 alunos, entre Ensino Básico, Secundário e Ensino Profissional. Guiado pelo corpo administrativo da Cooperativa, entre os quais o Presidente da Direção, José Fernandes, Paulo Cunha visitou as instalações, conversando com alunos e docentes. Foi o caso de Pedro Miguel Dinis, professor do curso de Eletrónica, Automação e Comando, que realçou o espírito inovador e de ligação ao mundo empresarial dos cursos profissionais da escola, que tem já estabelecidas diversas parcerias com empresas e instituições do concelho.

Paulo Cunha seguiu depois para o Externato Delfim Ferreira, onde foi recebido ao som do hino do colégio. Com cerca de 1300 alunos, entre o pré-escolar e o ensino secundário, também aqui é visível a satisfação e entusiasmo dos docentes e alunos. “É como se fossemos todos uma grande família”, disse Beatriz, atualmente no 11.º ano, que na companhia de mais quatro colegas e da Diretora Pedagógica da escola, Alzira Pereira, acompanhou o edil numa visita pelas instalações da instituição.

Recorde-se que este périplo de visitas tem como objetivo conhecer de perto o trabalho desenvolvido pelas instituições educativas concelhias; partilhar ideias com professores e alunos, contribuindo, desta forma, para uma relação de maior cumplicidade e proximidade.
]]> http://www.famalicao.com/_paulo_cunha_vai_para_o_terreno_ver_obra_feita </p><img src="http://www.famalicao.com/op/image/?co=101267&h=64c51" width="303px" height="202px" border="0"/></p> O Presidente da Câmara Municipal de Vila Nova de Famalicão, Paulo Cunha, arrancou com um novo roteiro de visitas às freguesias do concelho, desta feita com passagem pelas obras realizadas ao longo do atual mandato autárquico a cargo das juntas de freguesia locais. A primeira jornada de trabalho aconteceu no passado sábado, 30 de janeiro, e decorreu em Pedome, freguesia da zona nascente do concelho.

O objetivo do autarca, que se faz acompanhar pelo vereador das Freguesias, Mário Passos, é reforçar o conhecimento que tem do território através do contacto com autarcas no terreno e avalizar da boa aplicação dos dinheiros públicos, principalmente os transferidos por via municipal.

Em Pedome, Paulo Cunha visitou um conjunto de duas dezenas de intervenções recentemente concluídas, desde as maiores, como a pavimentação das ruas do Outeiro de Cima e de Baixo, que mereceu um apoio municipal de 47 mil euros, até às mais pequenas em termos de valor, como, por exemplo a aplicação de grades de apoio no cemitério e os melhoramentos feitos no Parque de Lazer Calça-Ferros. Grande parte das intervenções são de exclusiva responsabilidade das Juntas de Freguesia, executadas através de receitas próprias, provenientes das transferências do Orçamento de Estado e da transferência das verbas livres para as freguesias por parte da Câmara que significam um investimento anual nas 34 freguesias do concelho de 2 milhões de euros.

A esta nova dinâmica de visitas às freguesias do concelho, que vai decorrer aos sábados, juntam-se as reuniões semanais às terças-feiras com o movimento associativo, formal e informal, das 49 freguesias do concelho, e que entrou recentemente no seu terceiro ano de realização.

Mobilizar, motivar, conhecer e resolver problemas são os objetivos do roteiro associativo do concelho, que tem tido o reconhecido mérito de estreitar a malha da rede social municipal, cativando e estimulando as organizações do território ao desenvolvimento de trabalho em rede, reforçando a ligação de todos ao município.

Estas duas ações reforçam o exercício de um mandato de proximidade que Paulo Cunha desde a primeira hora elegeu.
]]> http://www.famalicao.com/_lastro_na_casa_das_artes_de_famalicao </p><img src="http://www.famalicao.com/op/image/?co=101127&h=cd466" width="307px" height="202px" border="0"/></p> A Casa das Artes de Famalicão apresenta, já no próximo sábado, dia 6 de fevereiro, o espetáculo “Lastro” da coreógrafa Né Barros.

Né Barros, coreógrafa e bailarina, tem desenvolvido, em ligação, ao longo da sua carreira, os seus trabalhos artísticos com os científicos cujas áreas de principal pesquisa são a estética e as práticas contemporâneas na dança e nas artes performativas. Artisticamente, iniciou a sua formação em dança clássica e mais tarde trabalhou dança contemporânea e composição coreográfica no Smith College, nos Estados Unidos. Para além da Companhia do Balleteatro, com a qual tem apresentado trabalho desde os anos noventa, trabalhou com a Companhia Nacional de Bailado, com o Ballet Gulbenkian e com a Aura Dance Company. Como atriz, fez cinema e teatro.
Em 2009, fez parte da comissão organizadora e científica do encontro “Artes performativas e novos Discursos” promovido pelo CEAA. Nesse mesmo ano publicou o livro “Da Materialidade na dança” e, em coautoria com Cesário Alves, “Story Case Print”.

Segundo a própria, “sob um céu estranho os corpos vão ocupando um lugar e gerando a sua rotina e as suas ligações. Os movimentos dos corpos juntamente com o dispositivo cénico, criam o lugar teatral, um lugar subjetivo, em mudança, um lugar que é feito de memória. É essa memória que se persiste depois da catástrofe, as coisas mudaram e ficou apenas uma memória alastrada. Neste lugar, os corpos realizam dois ciclos em quase repetição, repetem para resistir ao final que se imagina e para que algo perdure. O apagamento final é o alastrar de uma catástrofe é sob este estado que este lugar teatral é zona de perigo e espaço de abandono. Simultaneamente previsível e imprevisível, o lastro é também o peso que afunda os corpos e, neste caso, que os assombra. O céu pode cair e seria a última coisa que poderíamos prever. Como num sem-saída, não se progride, a coreografia é uma marcha num continuum infinito, não levará a lado algum.”

Este é um espetáculo onde os "músicos e bailarinos habitam um espaço teatral que é um espaço de abandono. De forma imprevisível o grupo vai invadindo esse lugar ameaçado para, após uma rutura, após uma espécie de catástrofe, repetir um novo ciclo" – Né Barros.

O espetáculo, com duração de 60 minutos, está marcado para as 21h30, no Grande Auditório. Os bilhetes têm o custo de 8 Euros ou 4 Euros para estudantes ou portadores do Cartão Quadrilátero. Os mesmos podem ser adquiridos por via eletrónica, no portal da Bilheteira Online,  ou diretamente na bilheteira da Casa das Artes.

]]> http://www.famalicao.com/_emigracao_em_franca_inspirou_negocio_super_2000 </p><img src="http://www.famalicao.com/op/image/?co=101085&h=3bad2" width="303px" height="202px" border="0"/></p> Como muitos portugueses, Joaquim Peliteiro chegou a França em 1986 em busca de uma vida melhor. O desenvolvimento da sua história pessoal não encaixa contudo no padrão comum. Em pouco tempo, este famalicense mostrou faro para o negócio, convencendo o patrão francês a formar com ele uma sociedade para alargar o negócio do vending de produtos alimentares até Portugal, que era na altura praticamente inexistente no país.

Com o capital assegurado, regressou a Portugal para fundar, em 1993, a Super 2000, empresa que foi pioneira na atividade de venda automática de produtos alimentares em Portugal e que hoje detém uma das maiores cotas do mercado. As máquinas da Super 2000 estão espalhadas por todo o tipo de organizações como indústria, escritórios, hospitais, universidades, instituições públicas, etc. totalizando cerca de 1.000 clientes e servindo muitos milhares de pessoas. “Desde a sua fundação até hoje, a empresa tem crescido entre 10 a 15% ao ano”, diz, orgulhoso Joaquim Peliteiro, referenciado “a qualidade dos produtos, dos serviços e da equipa”, como o segredo do sucesso.

“O percurso de Joaquim Peliteiro é um exemplo claro de como as circunstâncias da vida, mesmo as menos prometedoras à partida, devem ser aproveitadas. Neste caso, a experiência da emigração foi a alavanca para a criação de um projeto empresarial de grande sucesso e dimensão que orgulha Famalicão e o país”, destacou o Presidente da Câmara Municipal, Paulo Cunha, durante uma visita que hoje fez à empresa, no âmbito do roteiro Famalicão Made IN.

A Super 2000 é hoje a base de um grupo empresarial constituído por 4 empresas distintas que, juntas, garantem a autonomia de todo o processo automático de comercialização dos produtos alimentares. É um grupo financeiramente sólido, constante na sua política de recursos humanos e, dinâmico do ponto de vista comercial. Tanto assim é que, recentemente, atenta às novas tendências e nichos do mercado, surge a empresa Limagengibre baseada na comercialização personalizada dos produtos Super 2000, com recurso a assistentes de venda que vão de encontro aos locais de trabalho dos consumidores.

A evolução da empresa é um exemplo de bom empreendedorismo. Hoje em dia tem ao seu serviço, nas 4 empresas do Grupo Super 2000, 160 colaboradores, 4.100 máquinas de vending e uma faturação global no grupo de cerca de 20 milhões de euros. Possui umas instalações novas e únicas com uma área total de 15.000 m2, cuja área coberta é de 4.500 m2, onde estão reunidas todas as condições para o sucesso.
]]> http://www.famalicao.com/_deolinda_arrancam_digressao_em_famalicao </p><img src="http://www.famalicao.com/op/image/?co=101277&h=13172" width="303px" height="202px" border="0"/></p> Os Deolinda estão de volta e escolheram a Casa das Artes de Vila Nova de Famalicão para o arranque da nova digressão nacional. Na bagagem trazem o seu mais recente trabalho – “Outras Histórias” – que prometem apresentar nos dois concertos que têm agendados para o próximo mês de fevereiro no espaço cultural famalicense.

A banda de Ana Bacalhau tem regresso marcado a Famalicão nos dias 26 e 27 de fevereiro. “Corzinha de Verão” é a primeira amostra do quarto álbum de originais do grupo, que chega às lojas a 19 de fevereiro e que conta com as participações, entre outras, de Manel Cruz, dos Ornatos Violeta, e Riot, dos Buraka Som Sistema. A entrada tem o custo de 15 euros, reduzindo para metade para portadores do Cartão Quadrilátero Cultural.

Embora seja o mês mais pequeno do ano, fevereiro promete ser culturalmente intenso na Casa das Artes de Famalicão. A programação do próximo mês do espaço cultural famalicense fica também marcada pelo regresso, nos dias 19 e 20, de dois grandes nomes da representação nacional. Alexandra Lencastre e Diogo Infante reencontram-se em palco na peça “Plaza Suite”, uma comédia romântica escrita por Neil Simon, um dos maiores nomes da dramaturgia norte-americana.

Na dança, destaque para dois momentos. O primeiro acontece já neste sábado, dia 6, e tem como protagonista a bailarina e coreógrafa portuense Né Barros que se prepara para apresentar em Famalicão “ Lastro”. O segundo refere-se a “O homem que só pensava em números”, a 16 de fevereiro. Uma performance de dança e matemática, construída como um estudo artístico-científico, centrada na história de um homem que dedica toda a sua existência aos números e às suas conexões.

No dia 12, a Casa das Artes recebe ainda “Búzio de Cós”, um recital de poesia de tributo a Sophia de Mello Breyner. O cinema continua a ser também uma das grandes apostas do espaço cultural famalicense. “Peanuts: Snoopy & Charlie Brown”, no dia 13, e “Carol”, a 24 de fevereiro, são as principais propostas cinematográficas da programação deste mês, que contará ainda com a exibição de três curtas e um filme do português João Salaviza.

De referir ainda que no Foyer da Casa das Artes permanece a exposição de pintura “A Repulsa”. Uma mostra da autoria de Ricardo Miranda, numa coprodução entre o espaço cultural famalicense e o Espaço MUDE.

Recorde-se que para os portadores do Cartão Quadrilátero Cultural, e em alguns casos para estudantes, o preço dos espetáculos na Casa das Artes reduz para metade. Mais informações no site oficial do espaço cultural famalicense.

]]> http://www.famalicao.com/_quadrilatero_urbano_relancase_no_territorio_mais_forte_e_unanime </p><img src="http://www.famalicao.com/op/image/?co=101034&h=b80c1" width="303px" height="202px" border="0"/></p> Os municípios de Vila Nova de Famalicão, Barcelos, Braga e Guimarães relançaram, nesta sexta-feira, a associação do Quadrilátero Urbano, com a celebração de um novo Pacto de Cooperação, onde sobressai uma parceria mais sólida e abrangente e uma cultura de compromisso unânime. A associação passou ainda a integrar a Universidade do Minho (UM), o Centro Tecnológico das Indústrias Têxtil e do Vestuário de Portugal (CITEVE) e a Associação Industrial do Minho (AI Minho), transformando-se numa estrutura do território e não apenas dos municípios.

“Hoje assistimos aqui a um momento muito relevante, não só para estes quatro concelho, mas para todo o Norte de Portugal”, afirmou o presidente da Câmara Municipal de Vila Nova de Famalicão, Paulo Cunha, que abriu a sessão. Para além do novo Pacto de Cooperação da Rede Urbana, foram também retificados os novos estatutos da associação, numa cerimónia que decorreu no Centro de Estudos Camilianos, em S. Miguel de Seide e foi apadrinhada pelo Secretário de Estado das Autarquias Locais, Carlos Miguel. O momento serviu ainda para a concretização da passagem de testemunho da presidência do Quadrilátero do presidente da Câmara Municipal, Paulo Cunha ao seu homólogo de Braga, Ricardo Rio.

Para o autarca famalicense, o Quadrilátero Urbano entra agora numa nova fase, onde “deixa de ser uma associação de municípios e passa a olhar para todo o território, atuando em parceria com os agentes das comunidades pela melhoria da qualidade de vida de todos”. Paulo Cunha salientou ainda “a cultura de compromisso” de todos os representantes do Quadrilátero. “A partir de agora, todas as decisões serão tomadas por unanimidade, de forma a serem o mais consensuais possível”, referiu.

O novo pacto prevê ainda uma independência dos fundos comunitários, o que não significa “que o Quadrilátero não aproveite as oportunidades de financiamento”, pelo contrário, “estaremos atentos aos fundos comunitários”, salientou ainda Paulo Cunha. Além disso, a associação que foi criada com um prazo de duração, associado ao último quadro comunitário de apoio, passa agora a ter uma duração indeterminada.

Para o novo presidente do Quadrilátero, Ricardo Rio, “o Quadrilátero Urbano surgiu num contexto muito específico, com a motivação dos fundos comunitários, uma duração definida e uma representatividade municipal”. E acrescentou: “Hoje, o Quadrilátero deixa de ser um casamento de conveniência para ser um compromisso e uma paixão por esta região, com uma duração duradoura e uma vontade das partes de desenvolver um projeto agregador”.

O autarca de Braga salientou ainda as mais-valias da região, sublinhando que “somos um território com 600 mil habitantes, com empresas que mais exportam no país, com instituições como a Universidade do Minho e o Citeve” e neste âmbito, “é fundamental potenciar este território”.

Também o secretário de Estado, Carlos Miguel, se mostrou “muito satisfeito por testemunhar a concretização deste novo Pacto de Cooperação para a região”.

Refira-se que os autarcas do Quadrilátero desenvolveram ao longo do ano de 2015, sob a presidência de Paulo Cunha, um conjunto de medidas tendentes ao fortalecimento do projeto.
O Quadrilátero foi criado em 2008, no contexto de oportunidade criado pelo QREN; com o objetivo de investir nas tecnologias digitais, na mobilidade e na cultura.
]]> http://www.famalicao.com/_governo_executou_40_do_plano_100_da_injecao_de_100_me_na_economia </p><img src="http://www.famalicao.com/op/image/?co=100927&h=3d93f" width="303px" height="202px" border="0"/></p> O Governo executou 40% do chamado 'Plano 100' que visa a injeção de 100 milhões de euros na economia nos primeiros 100 dias de mandato, adiantou hoje o secretário de Estado do Desenvolvimento e Coesão, Nelson Souza.

O 'Plano 100 - Acelerar o investimento empresarial' foi apresentado pelo Governo de António Costa a 18 de dezembro e o prazo apontado termina a 12 de março. "Estamos com 40% do objetivo cumprido. Estamos plenamente convencidos que vamos ser capazes de atingir o resultado", disse Nelson Souza que falava aos jornalistas, em Famalicão, distrito de Braga, à margem de uma sessão que serviu para apresentar dados sobre os fundos comunitários Portugal 2020 a empresários das regiões do Ave e do Cávado.

Sobre a entrega de incentivos às empresas, o governante apontou que o executivo socialista multiplicou "quase que por dez o valor dos pagamentos efetuados", isto face ao que o Governo antecessor deixou entregue.
"Passamos de quatro para 40 [milhões de euros entregues no âmbito do sistema de incentivos às empresas]", disse o secretário de Estado.

Nelson Souza referiu que à partida, ou seja a 30 de novembro de 2015 quando governava o PSD/CDS-PP, estavam aprovadas 692,4 candidaturas, 332 das quais contratadas. Atualmente são 714,9 candidaturas aprovadas e 600,8 contratadas, o que faz com que a taxa de contratação suba de 47,9% para 84%.

Nelson Souza avançou também ter expectativa de que em fevereiro vai estar à disposição das empresas a linha de crédito que o Governo está a negociar com o Banco Europeu de Investimento (BEI). Em causa está a criação de uma linha de crédito que tenha condições melhores do que aquelas que o sistema bancário oferece atualmente às empresas. O secretário de Estado explicou que estão a ser negociados os termos concretos dos juros e dos prazos.

"O montante global da linha é de 750 milhões de euros. Se tivermos sucesso na obtenção desta tranche, vamos pedir outras", disse Nelson Souza que acredita que após "o sucesso" da execução do programa '100 Dias' o Portugal 2020 "andará a todo o vapor".
"Não nos move nenhuma competição de saber quem executa mais ou não. Não nos move uma guerra de números. O que nos interessa é que haja de facto utilização de fundos para ajudar a economia portuguesa a crescer", afirmou.

Já no período de debate, o governante foi confrontado com críticas por parte de empresários que apontaram a dificuldade de algumas empresas de dimensões diferentes, nomeadamente do comércio e da restauração, "também precisarem de apoio, mas terem dificuldades no acesso a fundos".

Em resposta, Nelson Souza garantiu que o Portugal 2020 tem instrumentos vocacionados para todos, dando o exemplo dos Vales destinados à Inovação, Empreendedorismo, entre outros, e aproveitou para sugerir a análise dos Pactos de Desenvolvimento Local lançados quarta-feira e sobre os quais acredita que haverá novidades na próxima semana.

Já o presidente da Comissão de Desenvolvimento Regional do Norte (CCDR-N), Emídio Gomes, ao apresentar números relacionados com o Norte 2020 referiu que foram apresentadas 4.627 candidaturas, estando 1.331 em análise e 1.037 aprovadas, o que corresponde a um investimento aprovado de 140.565.735,48 euros.

Sobre as tipologias de Vales - sendo que existem quatro: Empreendedorismo, Investimento e Desenvolvimento (I&D), Inovação e Internacionalização - Emídio Gomes admitiu que os Vales Inovação tiveram de ser suspensos pelo número elevado de candidaturas, ou seja pelo excesso face à dotação financeira deste item.

O responsável pela CCDR-N contou ter recebido 100 vezes mais candidaturas aos Vales Inovação face aos dedicados a I&D e 40 a 50 vezes mais face aos Vales Internacionalização.


Fonte:
PYT // MSF
Lusa/fim]]>