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Município de Famalicão: Notícias e Informações Úteis http://www.famalicao.com Últimas 10 notícias 15 asdad asdasd dasdad http://www.famalicao.com/_engenho_inaugurou_espaco_de_afetos_e_mimos_para_a_terceira_idade </p><img src="http://www.famalicao.com/op/image/?co=93750&h=b02fb" width="304px" height="202px" border="0"/></p> Um espaço de afetos e mimos, proporcionador de um envelhecimento ativo que dignifique a pessoa idosa. A frase sintetiza os termos utilizados pelo presidente da Engenho (Associação de Desenvolvimento Local do Vale do Este), Manuel Augusto, para apresentar o novo lar residencial da instituição cuja inauguração ocorreu hoje, sexta-feira, com as presenças do Secretário de Estado da Solidariedade e da Segurança Social, Agostinho Branquinho, e do Presidente da Câmara Municipal de Vila Nova de Famalicão, Paulo Cunha.

Aquele que é o maior equipamento social na zona Norte do município de Vila Nova de Famalicão tem capacidade para 57 utentes residentes e para dar resposta a 75 pessoas através do Serviço de Apoio Domiciliário. A construção teve início em 2 de fevereiro de 2012 e prolongou-se até junho de 2014, correspondendo a um investimento de 1,6 milhões de euros. A Câmara Municipal ajudou com 233 mil euros e com a requalificação das acessibilidades.

“Emoção e orgulho” foram as palavras utilizadas pelo presidente da Câmara Municipal para definir os sentimentos que estiveram à flor da pele durante a cerimónia. Paulo Cunha lembrou o “longo caminho percorrido e as pedras que tiveram que ser ultrapassadas para se chegar com êxito ao dia de hoje.” E acrescentou: “Esta é uma obra da comunidade e cuja concretização é um verdadeiro exemplo pelo genuíno, voluntário e desinteressado envolvimento de todos, desde a direção aos seus associados, passando pelos empresários da região e pelos autarcas da freguesia, que tiveram aqui um papel relevantíssimo”.

Envolvimento é, de resto, a pedra basilar da Engenho que há mais de 20 anos desenvolve um intenso trabalho social em cinco freguesias do extremo Norte do concelho famalicense – Arnoso Santa Eulália, Arnoso Santa Maria, Jesufrei, Lemenhe e Sezures. Esta abrangência local e a congregação de esforços e meios “traduzem uma visão estratégica daquilo que deve ser”, afirmou a propósito o Secretário de Estado, Agostinho Branquinho, enaltecendo o trabalho da Engenho.

O Presidente da Câmara Municipal de Vila Nova de Famalicão aproveitou a presença do membro do Governo para alertar a Administração Central para a importância do investimento na área social, sinalizando a área da deficiência como aquela que deve merecer a maior atenção no futuro próximo. Também o presidente da Engenho se dirigiu ao responsável governamental no sentido de apelar para que “se avance para a descentralização e o reforço de competências para estas organizações (IPSS) em áreas como a solidariedade, assistência, educação e saúde, aproveitando toda a capacidade instalada, com os meios e recursos necessários”.

O Secretário de Estado agradeceu e louvou os contributos recebidos, “que apontam soluções e caminhos”, e mostrou-se sintonizado com o teor das intervenções de Paulo Cunha e Manuel Augusto. Agostinho Branquinho confirmou que a área de deficiência será, de facto, a “primeira prioridade” do Governo para o próximo quadro de investimentos na área social e também mostrou a disponibilidade do Governo para, “aproveitando toda a capacidade instalada, trabalhar cada vez mais em parceria com as instituições e atribuir-lhes cada vez mais competências”.

]]> http://www.famalicao.com/_bombeiros_de_riba_de_ave_abrem_nova_pagina_na_vida_da_instituicao </p><img src="http://www.famalicao.com/op/image/?co=93711&h=00370" width="304px" height="202px" border="0"/></p> Maria José Gonçalves é a nova presidente da Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários de Riba de Ave. A cerimónia de tomada de posse decorreu nesta quinta-feira, e contou com a participação do presidente da Câmara Municipal de Vila Nova de Famalicão, Paulo Cunha, que lhe desejou “os maiores sucessos”. A nova direção eleita para o biénio 2015-2017, terá pela frente vários desafios, que segundo o autarca “serão certamente ultrapassados com o trabalho, o empenho e a força desta equipa e os resultados acabarão por aparecer”. Deixando uma palavra de apreço à equipa cessante, Paulo Cunha, afirmou que com esta cerimónia “abre-se uma nova página na vida desta instituição”.
O autarca salientou ainda que a Câmara Municipal está “sempre presente no dia-a-dia das corporações de bombeiros do concelho, nos bons e nos maus momentos”, referindo que os bombeiros de Riba de Ave podem “contar sempre com o apoio municipal”. E neste âmbito, recordou política de apoio à Proteção Civil, através da atribuição anual um subsídio no valor de 90 mil euros a cada uma das três corporações do concelho.
Por sua vez, Maria José Gonçalves não escondeu que o momento é de “grandes dificuldades”, não só de ordem financeira, mas também com a falta de meios técnicos e humanos. A responsável adiantou, no entanto, que “o trabalho não será desenvolvido em espírito de sacrifício, mas antes com vontade própria, empenho e responsabilidade para elevar esta instituição aos níveis de prestígio que merece”. E demonstrou ter já um plano para efetuar uma reestruturação interna, procurando reduzir os custos e aumentar a rentabilidade, paralelamente com uma mega campanha de angariação de sócios e o envolvimento ativo da comunidade civil e empresarial na instituição.
A nova presidente aproveitou a presença de um representante da Câmara Municipal de Guimarães para solicitar mais apoio a esta autarquia, tendo em conta que a corporação serve duas freguesias do concelho vimaranense.
Refira-se que os Bombeiros de Riba de Ave inauguraram em setembro de 2014 o novo quartel, que foi construído em terrenos cedidos pela Câmara Municipal. A instituição presta serviços de segurança e socorro em sete freguesias do concelho de Vila Nova de Famalicão (Bente, Carreira, Delães, Oliveira Santa Maria, Oliveira S. Mateus, Pedome e Riba de Ave) e duas do concelho de Guimarães (Guardizela e Serzedelo).
]]> http://www.famalicao.com/_finicia_ii_e_motor_de_negocio_inovador_no_ramo_automovel </p><img src="http://www.famalicao.com/op/image/?co=93691&h=b0c57" width="304px" height="202px" border="0"/></p> “O impulso vital que o nosso negócio necessitava”. É desta forma que os primeiros empreendedores beneficiados com crédito ao abrigo do FINICIA II classificam o apoio que lhes vai permitir colocar o seu projeto empresarial na estrada, literalmente.

O contrato de financiamento deste projeto no concelho de Vila Nova de Famalicão, que é o primeiro no âmbito do FINICIA II, fundo de apoio ao investimento em novas micro e pequenas empresas do concelho, foi ontem assinado no Espaço Famalicão Made IN na presença do presidente da Câmara Municipal e dos restantes parceiros do programa.

A CARCARE é uma micro empresa de prestação de serviços na área da reparação e preparação de interiores de automóveis que recorreu ao fundo de 250 mil euros para iniciar atividade e viu o seu pedido de financiamento de 42 mil euros ser aprovado. Nuno Queirós e Rui Fernandes, os sócios gerentes, ambos com experiência neste ramo de atividade, têm agora o caminho aberto para assistirem finalmente à concretização da sua ideia de negócio inovadora. “Esperamos arrancar a 1 de maio e temos a previsão de admitir colaboradores ainda durante este ano”, declara Nuno Queirós.

O crédito aprovado pelo FINICIA II será canalizado para a aquisição de uma carrinha devidamente apetrechada com todas as ferramentas e material de informática, necessários ao desenvolvimento desta atividade empresarial assente num conceito inovador. A CARCARE, sediada em Landim, pretende prestar serviços de reparação e preparação de interiores de automóveis de forma itinerante não só em Famalicão, mas também em cidades próximas.

Paulo Cunha considera o FINICIA II um mecanismo “extremamente útil para os pequenos investidores” e com grande impacto na atividade económica. “As pequenas empresas são decisivas para a sustentabilidade socioeconómica do município”, fundamenta, lembrando que a Câmara de Famalicão participa neste instrumento de financiamento “inovador e atrativo comparativamente aos produtos da mesma natureza que existem no mercado”, com 50 mil euros, sem exigir juros aos empresários.

Para além deste projeto o FINICIA II já recebeu mais seis candidaturas que transitaram para análise final tendo em vista a sua aprovação. O conjunto das sete candidaturas envolve cerca de 220 mil euros de investimento do total de 250 mil euros de que o fundo dispõe. Ou seja, assinala o autarca, “o FINICIA II evidencia a qualidade dos projetos apresentados em vez da quantidade”, fator que o distingue em relação ao anterior programa.

O FINICIA II entrou em vigor a 27 de outubro de 2014 com a assinatura do protocolo financeiro e de cooperação entre o Município de Famalicão, a Caixa de Crédito Agrícola Mútuo do Médio Ave, a Norgarante – Sociedade de Garantia Mútua e o IAPMEI – Agência para a Competitividade e Inovação.
]]> http://www.famalicao.com/_complexos_habitacionais_de_famalicao_com_dinamicas_sociais_permanentes </p><img src="http://www.famalicao.com/op/image/?co=93670&h=f81e9" width="312px" height="176px" border="0"/></p> Acompanhamento escolar, formação cívica, apoio pedagógico e ao estudo e oficinas de dança, cinema, teatro e educação ambiental são algumas das atividades desenvolvidas em permanência no parque habitacional do município de Vila Nova de Famalicão como forma de garantir a inclusão social dos seus moradores. Mas há outras ações como a requalificação dos espaços verdes, os passeios-convívio, as festas e a promoção da empregabilidade, aprendizagem e formação que procuram aproximar os moradores e promover a ajuda mútua.

Esta intervenção social permanente nos complexos habitacionais é desenvolvida pelo município com a ajuda de instituições sociais do concelho, com quem a autarquia celebra protocolos para a uma intervenção social pró-ativa nestes universos socialmente mais delicados, marcada pela antecipação e responsabilização.

É nesta estratégia que assentam as propostas de parceria que o presidente da Câmara Municipal, Paulo Cunha, levou à última reunião do executivo. Implicam um investimento municipal anual de cerca de 160 mil euros e beneficiam um universo de cerca de 2 mil pessoas.

O Recreio do João, a PASEC – Plataforma de Animadores Socioeducativos e Culturais, a Associação de Moradores das Lameiras e a Associação de Moradores do Complexo Habitacional de Lousado são as entidades que trabalham com a Câmara e têm desempenhado um papel fundamental no equilíbrio social dos complexos habitacionais e na integração dos seus cidadãos.

No âmbito destes protocolos as quatro instituições sociais assumem o desenvolvimento de uma dinâmica social diária e permanente, que privilegia ações com crianças e jovens, na Urbanização das Austrálias (Requião), nos Complexos Habitacionais das Bétulas e da Cal (Calendário) e ainda nos Complexos Habitacionais das Lameiras (Antas) e de Lousado. É um trabalho que consiste na realização de atividades multidisciplinares de proximidade, não só nos complexos mas também nas escolas, em cooperação com as entidades públicas e privadas que atuam a nível local.

Paulo Cunha quer que os complexos habitacionais sejam “verdadeiras incubadoras sociais ao serviço da integração e da coesão social”. E lembra que a autarquia tem vindo a “concentrar esforços nas políticas sociais” com medidas como o fortalecimento da rede social e o apoio financeiro não só às IPSS, mas também às misericórdias e às conferências vicentinas.

O autarca sublinha ainda que este apoio municipal é mais um bom exemplo de como a Câmara de Famalicão consegue articular esforços com as instituições do concelho. “A cooperação institucional é a melhor forma de conseguirmos dar a resposta adequada aos cidadãos carentes de apoio social”, conclui.
]]> http://www.famalicao.com/_famalicao_debate_educacao_na_primeira_infancia </p><img src="http://www.famalicao.com/op/image/?co=93700&h=60091" width="304px" height="202px" border="0"/></p> É com a certeza de que na educação a partilha é a alma do negócio que, no próximo dia 9 de maio, mais de uma dezena de especialistas nacionais vão discutir em Vila Nova de Famalicão a educação na primeira infância, no encontro “Novos Rumos para a Educação de Bebés e Crianças em Creche e Jardim de Infância”. A iniciativa, organizada pela Associação Gerações em parceria com a Câmara Municipal, vai decorrer nas instalações da CESPU e foi apresentada na passada sexta-feira, 10 de abril, na Biblioteca Municipal Camilo Castelo Branco, numa conferência de imprensa em que marcaram presença o vereador da Educação e Conhecimento da autarquia, Leonel Rocha, o diretor da Gerações, Mário Martins, e a diretora pedagógica da associação, Daniela Silva.

O autarca felicitou a instituição por colocar o concelho famalicense no centro de um debate que, como refere, “não é muito comum no nosso país”. Leonel Rocha sublinhou a importância deste primeiro encontro, lembrando que a partilha de experiências é fulcral para que também a educação consiga acompanhar a evolução da sociedade atual.

O diretor da Associação Gerações, Mário Martins, agradeceu a forma entusiástica como a Câmara Municipal de Famalicão abraçou este projeto, avançando ainda que o objetivo é transformar este primeiro encontro num ciclo anual de conferências sobre os problemas que afetam não só a educação na primeira infância, como em todos os níveis de ensino.

Refira-se que as inscrições estão abertas até ao fim deste mês, dia 30 de abril, têm o custo de 20 euros por participante e deverão ser efetuadas junto da Associação Gerações, através do email geral@associacaogeracoes.com.


“Hoje há histórias na cidade”

Na conferência de imprensa da passada sexta-feira foi ainda apresentada a iniciativa “Hoje há histórias na cidade”, que no próximo dia 30 de maio, juntará pais e filhos no Parque da Devesa. O evento, promovido pela Gerações em parceria com a Câmara Municipal, insere-se nas comemorações do Dia Mundial da Criança, e pretende fomentar a interação entre adultos e crianças através dos contos.Exposições, histórias para bebés, teatro de fantoches e ateliers são algumas das atividades que prometem marcar esta iniciativa, que decorrerá entre as 10h00 e as 18h00.

O vereador Leonel Rocha espera que as famílias famalicenses aproveitem esta iniciativa para conviverem entre si, lembrando ainda que “é importante trazer para a cidade a vertente cultural das instituições educativas. Só assim teremos uma cidade viva, uma cidade que educa em qualquer momento e espaço”.]]> http://www.famalicao.com/_pdm_avanca_com_a_aprovacao_dos_famalicenses </p><img src="http://www.famalicao.com/op/image/?co=93649&h=098aa" width="304px" height="202px" border="0"/></p> Os famalicenses aprovam o novo Plano Diretor Municipal (PDM), proposto pela Câmara Municipal de Vila Nova de Famalicão. Esta é a primeira conclusão a tirar depois de findo o período de discussão pública do documento que decorreu entre 23 de fevereiro e 6 de abril. “Ao longo de 30 dias úteis, os famalicenses foram convocados das mais diversas formas a pronunciarem-se sobre o modelo de organização e desenvolvimento que defendemos para Famalicão para os próximos dez anos, e a resposta foi muito positiva”, explica o presidente da Câmara Municipal, Paulo Cunha, em jeito de balanço.

No total, a autarquia recebeu mais de um milhar de participações, sendo que foram registadas pouco mais de 400 reclamações grande parte relacionadas com a classificação do solo como Reserva Agrícola Nacional (RAN). “Um número perfeitamente aceitável e expectável”, assinalou o autarca, salvaguardando, no entanto, que “todas estas reclamações merecem uma análise aprofundada e individualizada e uma resposta adequada de acordo com a legislação”.

Para além das reclamações, as outras participações relacionam-se com sugestões e pedidos de esclarecimento “o que reflete bem o interesse e o sentido cívico e participativo dos famalicenses por este documento”, acrescenta o autarca. Neste âmbito, os assuntos variaram entre a defesa da área verde, as questões da mobilidade e da reabilitação urbana e a capacidade industrial e empresarial do concelho.

Paulo Cunha lembra que “a elaboração do PDM resulta de um processo complexo que demorou vários anos a desenvolver, envolvendo mais de duas dezenas de entidades locais, regionais e nacionais”. Esclarecendo ainda que “no que diz respeito à classificação do solo, nomeadamente à definição da área de RAN, a autarquia pouco pode fazer, sendo uma competência das entidades nacionais”. Acima de tudo, “os famalicenses demonstraram que estão informados e interessados no futuro do concelho, com responsabilidade e sentido inter-geracional”, congratulou-se Paulo Cunha, sublinhando que “aquilo que queremos para Famalicão é, acima de tudo, um concelho sustentável, competitivo e atrativo”.

Refira-se que durante o período de discussão pública, a autarquia pôs em marcha uma estratégia de comunicação para levar o PDM a todos os cantos do concelho e que envolveu um posto de atendimento personalizado permanente nos Paços do Concelho, atendimento personalizado temporário em cinco freguesias, debates, exposições e apresentações à população, para além de um site com todos os documentos e informações do Plano.

Terminado o período de discussão pública, segue-se a elaboração do relatório de ponderação das reclamações , sugestões, observações e pedidos de esclarecimento, procedendo-se depois à elaboração da versão final da proposta do Plano, que será oportunamente submetida, em breve, à consideração do executivo municipal e das entidades competentes.
]]> http://www.famalicao.com/_pedra_formosa_vai_ficar_patente_ao_publico_pela_primeira_vez </p><img src="http://www.famalicao.com/op/image/?co=93663&h=2716c" width="304px" height="202px" border="0"/></p> A Pedra Formosa, um ex-libris da arqueologia famalicense, vai estar pela primeira vez patente ao público, integrando uma exposição permanente que será inaugurada na Casa do Território, no Parque da Devesa, durante este ano. A Pedra Formosa foi descoberta na década de 90 no âmbito das escavações ao Castro Alto das Eiras, na freguesia de Pousada de Saramagos, pelo arqueólogo Francisco Queiroga, do Gabinete de Arqueologia da Câmara Municipal de Vila Nova de Famalicão. Na altura, o monumento do Alto das Eiras foi identificado como uma composição arquitetónica, datada do século I, composta por átrio, ante-câmara, câmara e fornalha, e elementos decorativos tal como outros monumentos congéneres. No entanto, o maior destaque revelou ser a descoberta da riqueza ornamental da sua Pedra Formosa.

Passados 25 anos da descoberta deste monumento singular, “a Pedra Formosa mostra-se finalmente aos famalicenses e ao público cumprindo um dever de cidadania, disponibilizando este património universal, que muito contribui para a preservação e valorização da nossa memória coletiva”, explica o presidente da Câmara Municipal, Paulo Cunha. Refira-se que o Parque da Devesa tem patente desde a sua inauguração uma reconstituição do balneário do Alto das Eiras.

A exposição permanente que vai integrar ainda uma componente tecnológica com diferentes suportes digitais e interativos faz parte de um conjunto de investimentos que serão realizados na Casa do Território, ao longo de 2015. Esta aposta resulta da aprovação da candidatura “Casa do Território: Produção, Exposição e Equipamentos Específicos”, submetida pela autarquia, no âmbito do Eixo Prioritário V – Promoção da Capacitação Institucional do Programa Operacional Regional do Norte – ON.2.

Para além da exposição permanente, referência ainda para a aquisição e instalação de diversos equipamentos, donde se destaca um conjunto de estantes compactas, na Sala de Reservas do Gabinete de Arqueologia, o que veio melhorar substancialmente as condições de segurança e conservação dos bens arqueológicos à guarda deste serviço, resultantes dos trabalhos de investigação efetuados ao longo de vários anos pelos técnicos da autarquia, assim como possibilitar a incorporação de outros bens culturais de relevo para a história e identidade do concelho.

A sala de conferências foi equipada com mobiliário e equipamento multimédia adequado para diferentes funções, por lado para sessões mais formais e apresentações públicas diversas, por outro permitirá também a realização de reuniões, workshops, sessões de formação, entre outras iniciativas.

Para Paulo Cunha este investimento na Casa do Território, “é uma aposta estratégica não só ao nível da promoção e divulgação regional e nacional do território e de todas as suas potencialidades, mas também uma aposta no reforço dos valores identitários da comunidade famalicense que se pretende envolver em todo este processo”. Recorde-se que este projeto foi aprovado ao abrigo do Aviso de abertura nº PCI/1/2011

A candidatura obteve um financiamento do Programa Operacional Regional Norte no montante de 219.879,36 € (FEDER), comparticipado a 85%.
]]> http://www.famalicao.com/_mostra_de_teatro_escolar_decorre_ate_sextafeira_na_casa_das_artes </p><img src="http://www.famalicao.com/op/image/?co=93625&h=96e34" width="304px" height="202px" border="0"/></p> Durante esta semana, cerca de 300 alunos famalicenses vão trocar os livros e as salas de aula pelo palco da Casa das Artes. A Matemática e o Português dão lugar às artes, e o Teatro é, a partir desta segunda-feira, a disciplina principal. Trata-se da sétima edição da Mostra de Teatro Escolar de Vila Nova de Famalicão, que promete revelar muitos talentos escondidos. Durante cinco dias, até à próxima sexta-feira, dia 17, passam pelo palco do grande auditório da Casa das Artes mais de uma dezena de grupos de teatro escolar e existem sessões que já estão lotadas. Este ano, a autarquia disponibiliza transporte para as escolas do concelho assistirem às peças o que facilita o acesso ao teatro para todos.

Para o Presidente da Câmara Municipal, Paulo Cunha, esta é uma excelente oportunidade para conhecer e promover a vertente cultural e artística das instituições educativas do concelho. E acrescenta: “nada melhor do que fazê-lo saindo do espaço escolar e estendendo o convite a toda a comunidade famalicense”.

O Núcleo de Teatro da Didáxis S. Cosme, com as peças “Canção de Lisboa” e “Pátio das Cantigas”, e o Agrupamento de Escolas D. Maria II, com um sketch musical, são os primeiros grupos a apresentarem-se em palco. Na terça-feira, dia 14, pelas 14h30, a iniciativa prossegue com a Oficina de Leitura Encenadas, do Agrupamento de Escolas Padre Benjamim Salgado, e com a peça “Leandro, rei da Helíria”, enquanto que às 21h30, é a vez do grupo ENSAIARTE, do Agrupamento de Escolas D. Sancho I, com “Mala de histórias: conta-me histórias de encantar”. No dia 15, as atuações arrancam às 10h00, com “A galinha romântica” do Grupo de Educação Especial do Agrupamento de Escolas de Ribeirão. Pelas 14h30 é a vez do Curso Profissional de Animação Sociocultural da CIOR subir ao palco com a “Bruxinha Solidária”, sendo que o dia termina às 21h30, com o TEINA, o grupo de Teatro Experimental do INA, e a peça “ Gato Malhado e a Andorinha Sinhá”. Na quinta-feira, dia 16, pelas 10h30, apresenta-se a Turma do Girassol, da EB1 Conde São Cosme, com “Os vizinhos da Casa Azul”, o Curso Profissional de Artes do Espetáculo do Externato Delfim Ferreira, com “23+1 Linha Ténue”, às 14h30, e por fim, o grupo Duques e Cenas, do Agrupamento de Escolas de Ribeirão, com “A Asa e a Casa”, às 21h30. No último dia do certame sobem ao palco o Núcleo de Teatro da Didáxis, às 14h30, com “D. Maria II e El Rei D. Dinis”, o Grupo de Teatro da Escola de Pedome, às 21h15, com “Guerra do tabuleiro de xadrez” e, por último, o Núcleo de Teatro Didáxis Riba de Ave, com a peça “Lendas de Portugal”, às 21h45.

Refira-se ainda que todos os espetáculo são de entrada gratuita e que a Mostra de Teatro Escolar de Vila Nova de Famalicão está inserida na Quinzena da Educação, que decorre até 29 de abril com inúmeras iniciativas.
]]> http://www.famalicao.com/_braco_textil_da_continental_ganha_musculo </p><img src="http://www.famalicao.com/op/image/?co=93636&h=9913d" width="304px" height="202px" border="0"/></p> Depois de vários períodos críticos que nos remetem até ao início da década de 90, o têxtil e o vestuário nacionais encontraram um novo rumo e emergem como uma indústria avançada e competitiva. As exportações têxteis aumentaram, com 2014 a ser o melhor ano dos últimos onze em vendas ao exterior, e as empresas têm hoje um nível de eficiência comparável ao que de melhor se faz no mundo.

Um dos principais contribuintes para o tom de otimismo a dominar o sector – que tem em Vila Nova de Famalicão o único cluster têxtil do país – é a Continental – Indústria Têxtil do Ave (C-ITA), especializada em têxteis técnicos para pneus, que conseguiu em 2014 o melhor resultado da sua história. Lucros de 7,46 milhões de euros (contra 6,7 milhões de euros em 2013) e um volume de vendas de 76,1 milhões de euros que resultam em parte da nova linha de produção de malhas para interiores de automóveis. 2015 promete ser ainda mais auspicioso com previsões de um volume de faturação na ordem dos 80 milhões de euros.

A C-ITA, hoje visitada por Paulo Cunha em mais uma jornada do roteiro Famalicão Made IN, embora uma ilustre desconhecida, é uma das principais empresas têxteis do país. Nasceu em 1950 em Lousado, em simultâneo com a Continental Mabor, para produzir os tecidos em tela para os pneus da vizinha do lado. Mas hoje, muito mais do que produzir tecidos para pneus e interiores de automóveis, é também o centro de competências de têxteis do futuro da multinacional alemã que emprega cerca de 200 mil trabalhadores em 46 países. Ou seja, é considerada o braço têxtil do poderoso Grupo Continental.

É no Centro Certificado de Prototipagem e Teste da C-ITA que alunos de mestrado da Universidade do Porto e da Universidade do Minho exercem pesquisa e investigação de forma permanente. O que leva Eduardo Diniz, responsável pela fábrica, a afirmar que “os pneus de hoje e os do futuro passam por Famalicão”. “Somos a excelência têxtil da Continental e estamos preparados para desenvolver a qualquer momento os tecidos que o grupo venha a precisar”, sublinha.

Pilar da competência têxtil de Famalicão

Uma vantagem competitiva em todo o mundo e um aspeto altamente diferenciador é o que a C-ITA conquistou com o facto de ter saído da sua “zona de conforto” – expressão que o presidente da Câmara Municipal usou para enaltecer a sua “força, dinâmica e ambição”. O certo é que a empresa famalicense, com 187 trabalhadores, regista desde 2002 um crescimento constante, fortemente impulsionado pelo investimento de 4,5 milhões de euros realizado em 2014 que permitiu aumentar a sua capacidade produtiva. Os novos equipamentos tecnologicamente avançados alavancaram a produção para as 16 mil toneladas de tecido por ano, mais de metade para exportação, sobretudo para as empresas do grupo na Europa.

“Encontramos o nosso sítio dentro do têxtil e o futuro traz a certeza de que estamos aqui para criar cada vez mais valor”, resume Eduardo Diniz.

Aberto um novo rumo, regressou a confiança de que é possível transformar, num curto espaço de tempo, uma indústria tradicional num sector de ponta. Pelo menos para o presidente da Câmara Municipal de Famalicão. “A Continental ITA é um dos pilares fundamentais da competência têxtil que Famalicão tem e o país recuperou, com uma componente tecnológica muito apreciável e uma presença em vários sectores da economia”, alega.

Para o autarca a empresa é um também verdadeiro exemplo de como é possível chegar mais longe. “Em 2008, apesar da crise, cresceu. E hoje produz, exporta e emprega cada vez mais”.
]]> http://www.famalicao.com/_espaco_help_e_porto_seguro_para_jovens_famalicenses </p><img src="http://www.famalicao.com/op/image/?co=93608&h=58f88" width="304px" height="202px" border="0"/></p> Aqui não existem nomes, nem perguntas pessoais. Existe o anonimato, o sigilo, a reserva da privacidade. Existe a confiança, o conforto e o desabafo. É assim, o novo espaço Help, criado na Casa da Juventude de Vila Nova de Famalicão que quer ajudar os jovens do concelho a ultrapassarem situações difíceis como a violência, o bullying, o stress escolar, os distúrbios alimentares, entre outros. O serviço é efetuado através de atendimento presencial por profissionais competentes da área da psicologia durante todos os dias úteis, para além de uma linha de apoio gratuita e um endereço de e-mail.

“À pergunta: Está aí alguém? A Casa da Juventude responde: Sim, estamos aqui!.” Afirmou o presidente da Câmara Municipal de Famalicão, Paulo Cunha, que apresentou o projeto, nesta sexta-feira. Para o autarca, este serviço representa “uma nova ferramenta colocada ao serviço dos jovens entre os 12 e os 35 anos. Porque os jovens debatem-se com vários problemas que precisam de ser ultrapassados, como a violência, as questões da sexualidade, o bullying, entre outros, que suscitam a necessidade de termos no terreno uma resposta personalizada e adequada”, acrescentou.

“A partir de agora os jovens famalicenses sabem que poderão ter aqui uma ajuda, uma solução personalizada e tecnicamente bem formada para as suas angústias, dificuldades e inibições”, salientou ainda Paulo Cunha, explicando que “a Casa da Juventude não tem todos os recursos, mas vai usar a partilha de recursos ao nível da saúde, da segurança, da comissão de proteção de crianças e jovens e muitas outras valências para apoiar os jovens em todas as vertentes”. Acima de tudo, o espaço Help será “um porto seguro, um abrigo confortável que acolhe, direciona e dá condições para os jovens resolverem muitos dos seus problemas”, referiu ainda.

A apresentação do novo serviço, contou com a presença de cerca de meia centena de jovens do concelho representativos das escolas e das associações de estudantes do concelho. Para Maria do Carmo Costa da Associação de Estudantes da Escola Júlio Brandão, “este serviço é um espaço muito importante e oportuno, onde os jovens podem vir, sem compromisso, para desabafar, o que é muito bom para quem problemas na escola ou em casa”. Também Vasco Osório da Escola Camilo Castelo Branco, considerou o projeto “muito interessante e que vai ajudar muitos jovens que precisam de apoio”. Vasco Osório acrescentou ainda que “nas palestras que realizamos com jovens já nos tínhamos apercebido desta necessidade”. Os representantes das Associações de Estudantes foram considerados embaixadores do projeto levando informação sobre o espaço Help, para as respetivas escolas.

Refira-se que os serviços disponibilizados destinam-se a jovens com idades compreendidas entre os 12 e os 35 anos, do concelho. O espaço pretende dar resposta a diversas situações de caráter psicológico, nomeadamente violência (familiar, na relação íntima, comunitária ou autoinfligida); stress escolar e familiar, perda/luto, orientação sexual e identidade de género, bullying físico, verbal, sexual, social, homofóbico ou cyberbullying, problemas de ansiedade, problemas de humor ou ainda problemas de caráter alimentar.

A equipa do Espaço Help é constituída por profissionais competentes da área da psicologia, que se comprometem a dar um acompanhamento personalizado e ajustado às necessidades dos jovens. A equipa do Espaço Help trabalhará em parceria com diferentes entidades para responder, de forma eficaz, aos pedidos em questão.
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