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Município de Famalicão: Notícias e Informações Úteis http://www.famalicao.com Últimas 10 notícias 15 asdad asdasd dasdad http://www.famalicao.com/_conhecer_a_primeira_grande_guerra_atraves_da_leitura </p><img src="http://www.famalicao.com/op/image/?co=92585&h=4ecae" width="304px" height="202px" border="0"/></p> Em 1914, enquanto a Europa se lançava para uma guerra destruidora que mudou a vida de milhões de pessoas e que alterou para sempre o curso da história, em Portugal decorria uma exposição de flores, assistia-se a teatro e a jogos de futebol. Era assim o nosso país no primeiro ano da guerra. Isso mesmo retrata o livro “1914, Portugal no ano da Grande Guerra”, do jornalista e escritor Ricardo Marques, que esteve nesta segunda-feira, na abertura da 6.ª Semana da Leitura da Biblioteca Municipal Camilo Castelo Branco, em Vila Nova de Famalicão. A sessão contou ainda com as presenças do presidente da Câmara Municipal, Paulo Cunha, do Comandante da Escola Prática de Serviços da Póvoa de Varzim, Coronel Rui Lopes e do Coordenador Interconcelhio das Bibliotecas Escolares, António Pires.

O assunto vai estar em debate em Famalicão até ao dia 10, como tema central adotado pela Biblioteca Municipal para a 6.ª Semana da Leitura, nomeadamente da sua repercussão nas obras literárias. A Semana da Leitura é uma iniciativa lançada anualmente pelo Plano Nacional de Leitura e que se centra, este ano, no tema genérico Palavras do Mundo.

Falando diretamente para uma plateia repleta de jovens, o escritor Ricardo Marques salientou a importância da leitura. “Quanto mais lerem, quanto mais souberem, melhor conseguem compreender o mundo e olhar para as mesmas coisas que todos nós e verem coisas diferentes”. Ricardo Marques que é também jornalista do “Expresso” verificou ainda que todos os alunos ali presentes tinham facebook e smartphone, no entanto, só dois tinham livros não escolares na mochila. “O importante é lerem muito em qualquer plataforma”, afirmou o jornalista.

A mesma ideia foi transmitida pelo presidente da Câmara Municipal, que destacou que “só através da leitura criamos melhores cidadãos, mais bem informados e mais empenhados”. Paulo Cunha elogiou o trabalho desenvolvido pelas bibliotecas do concelho, salientando que a autarquia também tem um papel importante a desempenhar no estímulo da leitura. “Queremos aproveitar todos os serviços existentes para promover o livro e estimular a leitura, pois a leitura não deve ser apenas uma obrigação escolar, mas um hábito resultado da curiosidade e do desejo de saber mais”. Dirigindo-se aos alunos presentes no evento, o autarca disse que “a leitura é a melhor forma de viajar no espaço e no tempo”.

Coube ao coronel Rui Lopes, comandante da Escola Prática de Serviços abordar o tema da Guerra. “É fundamental que os jovens percebam o contexto mundial e nacional em que se desenrolou a I Guerra a qual marcou o desaparecimento dos impérios e a afirmação de novas nacionalidades”, o que só é possível através da leitura.

Apresentação de livros, oficinas, sessões de contos, cinema, entre outras iniciativas marcam a Semana da Leitura em Famalicão, que junta a Biblioteca Municipal, os diversos agrupamentos de escolas e as bibliotecas escolares.

EXPOSIÇÃO RETRATA PRIMEIRA GRANDE GUERRA

A cerimónia de abertura da Semana da Leitura ficou ainda marcada pela inauguração da exposição evocativa do centenário da Primeira Grande Guerra organizada e concebida pela Escola Prática de Serviços da Póvoa de Varzim.
Patente no átrio da Biblioteca até ao próximo dia 14 de março, a mostra “trata sobretudo do conjunto de atividades de apoio logístico indispensáveis para quem estava na frente de combate”, como explicou o coronel Rui Lopes.
Como os soldados se alimentavam, como se fardavam, como se transportavam, como se distraíam, enfim como sobreviviam, são algumas das curiosidades desta exposição.
Para além do incentivo à leitura e ao uso do livro, a iniciativa resulta assim numa autêntica e interessante aula de história.

Consulte aqui o programa completo
]]> http://www.famalicao.com/_municipio_de_famalicao_foi_o_melhor_dos_minhotos </p><img src="http://www.famalicao.com/op/image/?co=92572&h=fb727" width="303px" height="202px" border="0"/></p> Vila Nova de Famalicão foi o grande vencedor da noite de entrega dos Troféus Desportivos “O Minhoto”, ao arrecadar 6 dos 9 prémios para que estava nomeado. A cerimónia da décima oitava edição dos galardões decorreu esta segunda-feira, 2 de março, em Amares, numa noite em que o Minho voltou a premiar e a reconhecer, publicamente, o mérito dos atletas, clubes, treinadores, árbitros e dirigentes que mais se destacaram na região em 2014.

A Associação Teatro Construção, na categoria de “Clube Desporto/Cultura”, foi o primeiro nomeado famalicense a receber um “Minhoto” e daí para frente assistiu-se a uma autêntica “chuva de prémios” para Vila Nova de Famalicão.

Na modalidade de Voleibol, a premiada foi a famalicense Carla Sousa, atleta do Leixões. Famalicão saiu também vencedor no Râguebi, com o atleta famalicense Rui D’Orey, do Grupo Desportivo de Direito, a receber o terceiro “Minhoto” da noite. No Hóquei em Patins o galardão foi para o famalicense Gonçalo Alves, da União Desportiva Oliveirense. Ukra, jogador do Rio Ave, e Nuno Teixeira, árbitro de voleibol, foram os últimos famalicenses premiados, nas categorias de “Futebol Profissional” e “Árbitro”, respetivamente.

Foi com enorme satisfação que o Presidente da Câmara Municipal, Paulo Cunha, recebeu a notícia dos galardões entregues a Vila Nova de Famalicão, em mais “uma circunstância em que o concelho famalicense é notado no quadrante regional”.

“As associações desportivas estão mais fortes, mais dinâmicas e começam agora a colher os frutos de investimentos passados”, referiu Paulo Cunha que não deixou de apontar a autarquia famalicense como um parceiro fundamental em todo este processo, com uma política constante de apoio ao tecido associativo do concelho, nomeadamente, na área do desporto.

Para o edil, a “permanência” é, aliás, uma palavra que se aplica à relação entre a autarquia e as associações do concelho. “Gostamos de dar confiança e certeza às associações. Elas sabem que podem contar com a Câmara Municipal. Sabem, antecipadamente, quais os apoios da Câmara, quais as condições em que vão ser atribuídos e estou seguro que esta previsibilidade, este saber prévio, permite que as associações construam os seus projetos de uma forma muito mais atempada, o que traz, obviamente, resultados”.

E acrescenta: “Famalicão hoje é claramente um dos concelhos onde se pratica mais desporto, onde se conseguem melhores resultados e estes prémios são claramente um reconhecimento do trabalho que todos temos vindo a desenvolver”.

Recorde-se que os Troféus Desportivos “O Minhoto” têm como objetivo homenagear os que melhor defendem as cores da região minhota na área desportiva, envolvendo os 24 municípios dos distritos de Braga e Viana do Castelo. No total a edição deste ano contou com 29 categorias.

OS PREMIADOS

Futebol Profissional | Ukra (Rio Ave)
Hóquei em Patins | Gonçalo Alves (Oliveirense)
Râguebi | Rui D’Orey (GD Direito)
Voleibol | Carla Sousa (Leixões)
Árbitro | Nuno Teixeira (Voleibol)
Clube Desporto/Cultura | Associação Teatro Construção
]]> http://www.famalicao.com/_amob_curva_o_mundo_ha_55_anos </p><img src="http://www.famalicao.com/op/image/?co=92548&h=3ee82" width="304px" height="202px" border="0"/></p> Com mais de 14 mil máquinas instaladas pelo mundo, uma das maiores empresas mundiais no fabrico de equipamentos para a curvatura e conformação de tubos e perfis está sediada em Vila Nova de Famalicão e acaba de concluir um investimento de 30 milhões de euros, essencialmente com capitais próprios, que permitiu modernizar e expandir a área de produção para 18.000m2.

A AMOB, conceituada mundialmente por produzir máquinas customizadas para vários setores industriais, foi capaz de em 2010 desafiar a conjuntura económica mundial adversa, apostando numa estratégia de expansão e modernização da capacidade instalada em infraestruturas e tecnologia que possibilitou também duplicar o número de postos de trabalho.

A nova e imponente área de produção está equipada com tecnologia de ponta, contando-se centros de maquinação, tornos, fresadoras e equipamentos para corte e curvatura de chapa, para “garantir elevados níveis de fabricação, a melhor qualidade e uma resposta eficaz aos desafios do mercado global”, apontam os irmãos Manuel e Luís Barros, a segunda geração da família na gestão desta empresa que hoje foi visitada pelo presidente da Câmara Municipal no âmbito do roteiro Famalicão Made IN.

O sucesso da AMOB fundada em 1960, na freguesia do Louro, mede-se também pelos números que apresenta atualmente: 15,5 milhões de euros em volume de negócios em 2014 (o maior da história da empresa), dos quais 3 milhões de euros resultaram de vendas para o mercado indiano, 460 máquinas fabricadas em 2014, 14 mil máquinas instaladas em 80 países de 3 continentes e 130 colaboradores altamente especializados. O ano de 2015 promete ser ainda mais auspicioso, com previsões de um incremento na ordem dos 15%, o que significa mais faturação, mais emprego e mais trabalho.

Máquinas à medida

Uma vantagem competitiva em todo o mundo e um fator altamente diferenciador é o que a AMOB conquista com o facto de produzir máquinas customizadas, ou seja, “à medida das exigências do cliente” para as indústrias naval, militar, química, petrolífera, aeronáutica e automóvel, entre outras.

É o caso da MAH 1000, a maior máquina de arquear hidráulica do mundo, destinada à indústria de extração de minério, que foi vendida a uma empresa espanhola com capitais chineses. Uma máquina grandiosa, totalmente projetada e construída em Vila Nova de Famalicão pela AMOB, com 175 toneladas de peso e 20.000cm3 de secção.

À empresa apenas chega o aço em bruto. Depois são os seus profissionais que estudam a conceção e a transformação da matéria-prima em máquinas industriais de última geração, com todos os componentes, incluindo a robótica e o software.

Entre esses profissionais estão jovens engenheiros que a AMOB vai buscar às universidades para dar formação e contratar, um processo que Paulo Cunha elogia. “Reter e gerar talentos é o que meritoriamente a AMOB faz, servindo de antecâmara para grandes contratações e para que os seus colaboradores se sintam realizados profissionalmente”, sublinha.

O autarca enalteceu ainda a “dinâmica empreendedora, a audácia e o arrojo” deste projeto empresarial, com um forte contributo para o Produto Interno Bruto e o equilíbrio da balança comercial do país, considerando existir “uma dimensão de reconhecimento público de todo o município” pelo trabalho que vem desenvolvendo.

Com instalações produtivas em Portugal e representações comerciais em Espanha, Brasil e Rússia, a AMOB garante assim presença global e proximidade a importantes mercados. Facto de extrema relevância já que 90% do que produz é para vender ao exterior.

Resultado dessa experiência em palcos internacionais, a AMOB aceitou o recente convite da Câmara Municipal para ser embaixadora empresarial de Vila Nova de Famalicão no Brasil, apoiando novas empresas do concelho a explorar comercialmente as potencialidades de uma das economias mais fortes do mundo.
]]> http://www.famalicao.com/_rigor_e_equilibrio_do_novo_pdm_reconhecidos_pela_ccdrn </p><img src="http://www.famalicao.com/op/image/?co=92487&h=b18fb" width="304px" height="202px" border="0"/></p> “O novo Plano Diretor Municipal (PDM) de Vila Nova de Famalicão prevê uma estrutura ecológica municipal com medidas concretas que virão não só beneficiar a qualidade de vida da população, como também proteger e desenvolver a indústria local”. A certeza é de Luísa Queirós, da Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Norte (CCDR-N), que esta quinta-feira, 26 de fevereiro, participou na primeira sessão pública de esclarecimento do novo PDM, tendo referido ainda que o plano famalicense “cumpre as orientações nacionais ao mais alto nível”.

Esta primeira sessão decorreu na Biblioteca Municipal Camilo Castelo Branco, tendo contado com a presença de cerca de uma centena de pessoas. A abertura da iniciativa esteve a cargo do Presidente da Câmara Municipal de Famalicão, Paulo Cunha. O autarca realçou a forma participada como o novo PDM foi elaborado, com a participação de mais de 20 entidades, “resultando na apresentação de uma proposta de organização territorial que baliza o desenvolvimento do concelho com respeito pelas leis em vigor e procurando garantir o progresso equilibrado do município famalicense”.

Através do novo PDM, refere o edil, “pretende-se consolidar a máxima ‘Famalicão, Bom para Viver, Bom para Investir e Bom para Visitar’, potenciando uma gestão inteligente do território, com espaços verdes bem definidos para as pessoas praticarem desporto, lazer e bem-estar, condições para as empresas investirem e trabalharem mais e espaço para a natureza respirar e pulsar no território”.

Na sessão desta quinta-feira, Paulo Cunha lembrou ainda que “a Câmara Municipal está a fazer tudo para que as pessoas conheçam o novo instrumento de organização territorial do município”, com a certeza de que "um processo mais participado resultará num instrumento melhor e mais forte".

Refira-se ainda que é, precisamente, nesse sentido que a autarquia famalicense tem já agendadas outras 4 sessões de esclarecimento pelas freguesias do município, para além do posto de atendimento diário aberto ao público nos Paços do Concelho, onde está também instalada uma exposição sobre o PDM, que acompanhará as várias sessões públicas.

]]> http://www.famalicao.com/_famalicao_debate_oportunidades_para_o_agroalimentar </p><img src="http://www.famalicao.com/op/image/?co=92387&h=78c74" width="304px" height="202px" border="0"/></p> A Câmara Municipal de Vila Nova de Famalicão promove, no próximo dia 6 de março, no Centro de Estudos Camilianos, em Seide S. Miguel, uma conferência sobre os incentivos do Portugal 2020 para a indústria agroalimentar. No momento de arranque do novo quadro de financiamento, instrumento essencial à melhoria da competitividade e da capacidade inovadora e exportadora das empresas, esta será uma oportunidade única para debater as oportunidades, as tendências e o financiamento que o Portugal 2020 reserva para o setor.

A conferência é de participação livre, mas sujeita a inscrição prévia e limitada à capacidade do auditório do Centro de Estudos Camilianos. As inscrições podem ser efetuadas até 5 de março no portal oficial do programa Famalicão Made IN.

Dirigida essencialmente a empresários, a iniciativa ocorre num momento áureo para a indústria agroalimentar em Vila Nova de Famalicão, pois, com 167 empresas, registou em 2012 um volume de negócios de 313.383 milhões de euros, sendo a mais relevante das indústrias transformadoras no concelho. Empresas como a ICM, a Campicarn, a Primor, a Porminho ou a Seara colocam Vila Nova de Famalicão na liderança do agroalimentar na região Norte e em segundo lugar a nível nacional.

A Câmara Municipal já tornou pública a intenção de reforçar o posicionamento do concelho famalicense como epicentro regional de base tecnológica e inovadora na área do agroalimentar. Esta conferência é assim mais um passo nesse sentido, procurando também fortalecer a ambição pelo Centro de Competências do Agroalimentar, um dos caminhos para onde aponta o Plano Estratégico de Vila Nova de Famalicão 2014-2025.

Esta conferência conta com o apoio da Adrave – Agência para o Desenvolvimento Regional do Vale do Ave, da PortugalFoods e do jornal Vida Económica e vai reunir empresários da região e responsáveis públicos e privados num debate a não perder, realizando-se na sequência de dois importantes eventos sobre o Portugal 2020 de que Vila Nova de Famalicão foi palco. Ou seja, a apresentação nacional do Governo deste novo quadro de financiamento e a sessão sobre os incentivos que o mesmo encerra para o têxtil, indústria igualmente estratégica para o concelho famalicense.


Conheça o programa e inscreva-se aqui.

]]> http://www.famalicao.com/_antonio_zambujo_traz_ate_famalicao_a_rua_da_emenda </p><img src="http://www.famalicao.com/op/image/?co=92399&h=e31d9" width="303px" height="202px" border="0"/></p> O nome dispensa apresentações e as músicas, essas, quase que pedem para serem ouvidas vezes e vezes sem conta. São assim os temas do português António Zambujo, que em março atua pela primeira vez na Casa das Artes de Famalicão, num mês em que o teatro é também a estrela da companhia.

A estreia de António Zambujo em palcos famalicenses é assim o ponto alto da programação do próximo mês do espaço cultural famalicense. O músico sobe ao palco do grande auditório no dia 21 de março, sábado, e na bagagem traz o seu mais recente trabalho, intitulado “Rua da Emenda”, que, entre outros nomes, contou com a participação dos músicos Miguel Araújo e Samuel Úria.

Na música, destaque também para o concerto de piano e orquestra, no dia 1 de março, do solista famalicense João Monteiro, vencedor do Prémio Helena Costa, com a Orquestra Sinfónica da ESMAE, e ainda para o concerto de Sandy Kilpatrick, que no dia 28 de março apresenta na Casa das Artes o seu mais recente trabalho, “The Shaman’s Call”.

No mês em que se assinala o Dia Mundial do Teatro, o espaço cultural famalicense assinala a data com duas peças em cena. A estreia, nos dias 6 e 7 de março, de “Trago-te na pele”. Uma coprodução do Cine Teatro Constantino Nery com a Casa das Artes, duas narrativas, dois casais, duas relações e duas perspetivas diferentes sobre o mesmo tema – o amor. Já no dia 27, sexta-feira, os atores Ana Nave e João Reis trazem à cena “Portugal, Meu Remorso”. Uma peça produzida a partir de textos de Alexandre O’Neil, um tributo ao poeta português.

A partir de 6 março e até 29 de abril, o foyer da Casa das Artes acolhe a exposição de pintura “Uma sustentável leveza”, de Artur Baptista. No dia 4, quarta-feira, o pequeno auditório recebe o encontro temático “Diabo no Corpo: O Erotismo na Arte da Grécia Antiga aos nossos dias”, com a oradora Helena Machado.

Destaque ainda para o cinema, com a habitual programação do Cineclube de Joane, no pequeno e grande auditório, e ainda para o bailado “Salpicos Gulosos de Cor”, nos dias 14 e 15 de março. Uma coprodução entre a associação “Crescer Além Dança” e a Casa das Artes, inspirada no conto dos irmãos Grimm “A Casinha de Chocolate”.

Recorde-se que para os portadores do Cartão Quadrilátero Cultural o preço dos espetáculos na Casa das Artes reduz para metade. Mais informações no site oficial da Casa das Artes de Vila Nova de Famalicão.
]]> http://www.famalicao.com/_ha_festa_no_museu </p><img src="http://www.famalicao.com/op/image/?co=92406&h=fc32d" width="304px" height="202px" border="0"/></p> O Museu Bernardino Machado, instalado no Palacete Barão da Trovisqueira, um majestoso edifício do século XIX, localizado bem no centro da cidade de Vila Nova de Famalicão, abre as portas na noite de 7 de março, a partir das 23h00, para uma festa em honra dos “Loucos Anos 20”, com muita música, dança e extravagância. O tema até pode parecer despropositado ou inadequado para a nobreza do espaço, mas certamente que o patrono do Museu, Bernardino Machado, aprovaria o evento. “Os Loucos Anos 20” são uma iniciativa promovida pela Câmara Municipal de Vila Nova de Famalicão em colaboração com o bar Chez Café Café, e tem como objetivo assinalar o Dia Internacional da Mulher que se comemora a 8 de março.

Bernardino Machado que foi Presidente da República, por duas vezes, foi um defensor dos direitos da mulheres, tendo desempenhado um importante papel de apoio à emancipação feminina. Era amigo de Ana de Castro Osório, uma feminista ativa e apadrinhou em 1908 a Liga Republicana das Mulheres Portuguesas. É a partir desta data, com o beneplácito de Bernardino Machado, que as mulheres começam a participar nos comícios.

Aliás, a mulher de Bernardino Machado, Elzira Dantas Machado participou em vários movimentos pela emancipação da mulher. Foi uma das fundadoras da Liga Republicana das Mulheres Portuguesas, e presidente da Associação de Propaganda Feminista. Com o eclodir da 1.ª Guerra e a participação de Portugal no conflito, ajudou a criar a Cruzada das Mulheres Portuguesas, cuja principal missão era apoiar os soldados e as suas famílias.

Os Anos 20 foram uma década de prosperidade e animação. A expressão "loucos anos 20" refere-se a uma época onde dominava a loucura, com as mudanças de mentalidade. Depois do pesadelo da Primeira Grande Guerra, as pessoas queriam aproveitar a vida e divertir-se. Verificou-se um aumento do entusiasmo pela vida noturna e os cabarés animavam-se com o aparecimento dos novos ritmos entre os quais o jazz, procurava-se o prazer e o divertimento, e surgem danças trepidantes como o charleston, foxtrot e o tango. Cresce o culto da velocidade; a paixão pelos aviões e automóveis. As modas extravagantes seduzem a juventude. As raparigas independentes, libertas de preconceitos passaram a usar saias curtas e cabelos à "garçonne", fumam, praticam desporto e frequentam clubes. Tudo isto será retratado e revivido numa noite que promete muita festa, glamour e muitas vivências.

O Museu Bernardino Machado, criado e gerido pela Câmara Municipal de Famalicão, e integrado na rede portuguesa de museus, destaca-se, no plano nacional, como possuidor do melhor arquivo documental sobre a 1ª República.
]]> http://www.famalicao.com/_escola_de_cozinha_e_exemplo_de_empreendedorismo_de_sucesso_em_famalicao </p><img src="http://www.famalicao.com/op/image/?co=92354&h=10189" width="304px" height="202px" border="0"/></p> A famalicense Lígia Santos venceu o primeiro programa televisivo Masterchef em 2011. A vitória no concurso, ao qual concorreram mais de sete mil candidatos, deu-lhe a confiança necessária para fazer da cozinha o eixo central da sua vida profissional. Largou a engenharia civil e dedicou-se de alma e coração ao mundo da culinária. O Club materCOOK é o resultado prático dessa ambição e vocação empreendedora e também o reflexo da necessidade de Lígia Santos em partilhar conhecimentos, proporcionando às pessoas que ensina um novo olhar sobre a cozinha.

Foi nesta escola de cozinha, um dos sonhos de infância desta empreendedora, que o Famalicão Made IN esteve hoje em mais uma jornada do seu roteiro pelos bons exemplos de empreendedorismo no concelho. O Club masterCOOK, instalado no antigo Clube de Caça de Famalicão, numa quinta sossegada, é o primeiro projeto concretizado pela primeira Masterchef portuguesa, após ter vencido o concurso da RTP.

Uma verdadeira aula de culinária foi o desafio lançado por Lígia Santos ao presidente da Câmara Municipal, Paulo Cunha, e ao seu vice-presidente, Ricardo Mendes, bem como aos jornalistas que acompanharam a visita, para a confeção de risotto de cogumelos. Ambos, de mangas arregaçadas e avental vestido, não disfarçavam a vontade em passar com distinção. O certo é que o prato que confecionaram foi o mais elogiado dos quatro que foram servidos no almoço desta segunda-feira. “Está perfeito em termos de sabor e textura”, disse a chef sob o olhar, quiçá revelador de um pouco de inveja, dos demais ‘colegas’.

Neste espaço de família totalmente renovado, Lígia Santos pode dar asas à imaginação e experimentar combinações de sabores e novas receitas. De portas abertas desde o final de 2011, o Club masterCOOK é um espaço acolhedor, intimista e inspirador. É uma mostra da cozinha de autor, aberta a quem quer aprender receitas simples, capazes de impressionar a família e os amigos. É um local para apaixonados pela cozinha, para bons garfos, e para quem gosta de um bom serão de conversa à mesa ao sabor dos melhores vinhos.

O Club masterCOOK é, portanto, um local polivalente: uma escola de cozinha, com workshops e sessões de showcooking, um espaço gourmet e ainda uma mostra itinerante do que melhor se faz na gastronomia tradicional portuguesa com um toque de inovação de Lígia Santos. É que a chef faz demonstrações em eventos de empresas, festas de aniversário e até vai a sua casa. “Já estive numa festa de aniversário a fazer um show cooking de risottos”, conta. E se quiser sugerir um workshop só precisa de propor, pois a chef adapta o menu.

Paulo Cunha referiu-se ao Club masterCOOK como uma nova forma de abordagem à gastronomia e mais um exemplo notável da diversidade gastronómica do concelho. “É a demonstração de que a essência gastronómica que está bem marcada em Vila Nova de Famalicão não se limita à sua dimensão conservadora”, sublinhou, enaltecendo a veia empreendedora de Lígia Santos, que lhe proporcionou criar um projeto que é um “caso de empreendedorismo de sucesso” e veio comprovar a verdadeira vocação desta empreendedora.

Turismo rural: mais um sonho concretizado

O programa Masterchef mudou a vida de Lígia Santos. Até à transmissão televisiva do episódio final, continuou a trabalhar normalmente em engenharia civil, área que abandonou logo a seguir à vitória no concurso para abrir o Club masterCOOK, porque não se sentia plenamente realizada em termos profissionais.

Lígia trocou “o certo pelo incerto” ao desistir de um “trabalho fixo” para se dedicar à criação deste espaço. Pode até ter passado ao lado de uma grande carreira na engenharia civil. Mas, decorridos três anos da criação do Club masterCOOK, o balanço não podia ser mais positivo. “É um projeto bem-sucedido, sólido e rentável graças nosso trabalho diário e intenso (dela e do marido que também largou a profissão de arquiteto para abraçar este desafio] e à vontade de fazer cada vez mais e melhor”, explica.

A vontade de descobrir os segredos da cozinha e reinventar a gastronomia portuguesa não se fica por aqui. A primeira Masterchef portuguesa prepara-se para abrir um espaço de turismo rural com alojamento e gastronomia com a sua assinatura. Casas da Li, o nome deste novo projeto, que é a concretização de mais um sonho, abre em abril, em Arcos de Valdevez, no coração do Minho, “num ambiente descontraído e com uma vista acolhedora e fantástica”, descreve.
]]> http://www.famalicao.com/_museu_bernardino_machado_aprofunda_a_historia_e_as_memorias_da_1a_grande_guerra </p><img src="http://www.famalicao.com/op/image/?co=92334&h=84e0c" width="304px" height="202px" border="0"/></p> Há cem anos, o mundo inteiro fervilhava com as disputas provocadas pela primeira grande guerra que decorreu entre 1914 e 1918. O conflito mundial que marcou o rumo da história e a evolução das nações é o tema que serve, este ano, de mote à realização das mais diversas iniciativas no Museu Bernardino Machado, em Vila Nova de Famalicão. A estrutura que se destaca, no plano nacional, como possuidora do melhor arquivo documental sobre a 1ª República, volta assim a marcar pontos no campo do debate e do conhecimento da história, acolhendo um conjunto de conferências e exposições tendo sempre como pano de fundo a participação de Portugal na 1.ª Guerra Mundial. De resto, o patrono do Museu, Bernardino Machado, que ocupou o cargo de Presidente da República durante os primeiros anos da Guerra, foi uma das figuras proeminentes, a nível nacional, do conflito.

Isso mesmo, explicou o coordenador científico do Museu Bernardino Machado, Norberto Cunha, esta sexta-feira, na conferência de imprensa de apresentação do Plano de Atividades para 2015, que contou também com a presença do presidente da Câmara Municipal, Paulo Cunha. Para o responsável, “pensar a I Guerra Mundial é mais do que pensar o passado, é refletir sobre as condições e o rumo sobre os quais queremos construir o nosso futuro”.

Norberto Cunha começou por salientar que “o Museu não é um estrutura estática, nem queremos que as pessoas que aqui vêm tenham uma postura passiva”. Por isso, o plano de atividades exige “uma imaginação permanente”.

E uma das principais novidades foi avançada pelo presidente da Câmara Municipal, que anunciou o alargamento das atividades do museu aos adultos e seniores. “Os serviços educativos não podem ficar limitados ao contexto escolar”, referiu, acrescentando que “o museu proporciona serviços de grande utilidade para o processo de aprendizagem ao nível da cidadania, partindo do exemplo de Bernardino Machado”. “Queremos cidadãos mais informados, mais esclarecidos, mais participantes”, afirmou salientando a importância dos serviços educativos.

Este ano, as atividades centram-se em cinco itens, com especial destaque para o ciclo de conferências “Portugal na I Guerra”. São oito sessões distribuídas pelos vários meses do ano, com debates de grande interesse histórico e cultural, guiados por especialistas nacionais conceituados, como por exemplo, Luís Farinha, Fernanda Rolo, Armando Malheiro, entre outros.

Outra atividade de relevo nacional são os Encontros de Outono, que irão decorrer mais para o final do ano, em novembro, e serão dedicados às memórias da primeira guerra. Mais uma vez, Norberto Cunha destaca “a presença de ilustres oradores, que dignificam o Museu e o tornam numa referência a nível nacional, nesta área”.

Para Paulo Cunha, os Encontros de Outono “são já uma marca incontornável do Museu e de grande relevo histórico”. “São raros os espaços em Portugal que tratam a história com esta profundidade e interesse”, sublinhou ainda.

Destaque também para o lançamento das Obras de Bernardino Machado, estando previsto para este ano, a publicação dos tomos 5 e 6 do 3.º volume Política. Além disso, prevê-se a reedição online completa e melhorada dos volumes da 1.º Guerra. Para Norberto Cunha “nenhuma outra figura da primeira República tem as suas obras publicadas, sendo Bernardino Machado um caso único”.

A par da exposição permanente, cada vez mais visitada, o Museu vai receber este ano diversas mostras com destaque para “Recortes da 1.ª Grande Guerra” e para a exposição fotográfica do Centenário da 1.ª Presidência de Bernardino Machado, entre outras.

Refira-se que Bernardino Machado foi uma figura notável da 1ª República Portuguesa, tendo ocupado o cargo de Presidente da República por duas vezes (entre 1915 e 1917 e entre 1925 e 1926), mas foi também um importante pensador e pedagogo. É, por isso, o único Presidente da República que tem um museu consagrado à sua personalidade.

O Museu Bernardino Machado, criado e gerido pela Câmara Municipal de Famalicão, e integrado na rede portuguesa de museus, destaca-se, no plano nacional, pelas suas caraterísticas únicas.
]]> http://www.famalicao.com/_municipio_investe_em_acessibilidades_importantes_para_pessoas_e_empresas </p><img src="http://www.famalicao.com/op/image/?co=92338&h=574a3" width="312px" height="167px" border="0"/></p> Importante e urgente. É desta forma que o presidente da Câmara Municipal de Vila Nova de Famalicão, Paulo Cunha, classifica a intervenção em três artérias em Vilarinho das Cambas, numa das mais dinâmicas zonas industriais do concelho, a que o executivo municipal deu hoje luz verde.

Em causa está a requalificação da Rua da Roederstein e da Rua Urbanização Navio e a requalificação e o alargamento da Rua 29 de Setembro, obras orçadas em cerca de 129 mil euros e para as quais a autarquia aprovou, por unanimidade, um apoio financeiro de 90 mil euros. Estas vias de comunicação, com enorme relevância para a atividade empresarial e para o dia-a-dia da população, estão localizadas na confluência de Vilarinho das Cambas com Ribeirão e Calendário, servindo um conjunto de empresas, entre as quais a multinacional Vishay, a AAC Textiles e a Fiavit, para além do comércio local.

Paulo Cunha diz por isso que as obras, apesar de incidirem sobre território de Vilarinho das Cambas, “são importantes para o concelho, beneficiando uma zona industrial com grande escala e potencial de expansão”.

A Câmara Municipal de Vila Nova de Famalicão mantém assim firme a aposta de promover o desenvolvimento económico do concelho, desta vez, através do investimento na melhoria das acessibilidades.

As três ruas de Vilarinho das Cambas a serem intervencionadas inserem-se num plano de renovação e ampliação da rede de acessibilidades às zonas industriais de Vilarinho das Cambas, Lousado e Ribeirão que a Câmara Municipal tem vindo a executar. Foi neste âmbito que a autarquia concluiu recentemente a requalificação da artéria de ligação das instalações da Continental Mabor ao novo armazém da empresa e a construção de uma nova via de ligação deste recente investimento da Mabor à Estrada Nacional 14. O mesmo sucede com a construção em curso da nova rotunda na Estrada Nacional 14 em Vilarinho das Cambas.

A todas estas intervenções juntar-se-á, num futuro próximo, o plano apresentado pelo Governo para a Estrada Nacional 14 e que prevê o prolongamento do perfil da atual variante nascente à cidade (duas faixas para cada sentido) através da Nacional 14, entre Calendário e a Trofa, bem como a criação de duas novas estradas. Uma que fará a ligação com a Zona Industrial de Sam, em Ribeirão, a partir da rotunda do Senhor dos Perdões, em Ribeirão – vulgarmente conhecida como rotunda do Lago Discount –, e outra com ligação à Zona Industrial de Lousado, a partir de uma nova rotunda que vai nascer mais a sul e que vai ter ligação com a nova via intermunicipal Famalicão-Trofa.
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